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Mãos Vazias

Icon In Me

Empty Hands

Lived, never lived, died, died in vain.
Sacred rumours, embeds my life.
Forever and ever to be still,
Break me, shake the last piece to sense.

Every time when i look my self in the mirror,
I see this pale hollow face,
Staring, no saviour will help me to solve
My misery, ever, never, never sever.

Softly i?m fading away, smoothly i?
Ll disappear, naked is the truth,
Dead and empty are my hands.

The hunger strikes, fled into darkness, finally i?ll find my home

Flames, burning flames, touches and dispels me again.
In my coffin, were dusk embrace, nothing in the mirror reflects.

Softly i?m fading away, smoothly i?
Ll disappear, naked is the truth,
And dead and empty are my hands.

Blessed are these sins, forgiven are these wings that carries me away,
And barely swings me to sleep.
Night sweeps its veil again a cold captures my soul, deviates from all,
Deviates from me.

Reckless and torn, thru it all.

The hunger strikes, fled into darkness, finally i?
Ll find my home, my own nest, where i can dwell inside.

Softly i?m fading away, smoothly i?
Ll disappear, naked is the truth,
And dead and empty are my hands.

The hunger strikes, fled into darkness, finally i?ll find my home, my own nest, where i can dwell inside. x 2

Mãos Vazias

Vivi, nunca vivi, morri, morri em vão.
Rumores sagrados, marcam minha vida.
Para sempre e sempre a ficar parado,
Quebra-me, sacode o último pedaço pra sentir.

Toda vez que me olho no espelho,
Vejo esse rosto pálido e vazio,
Encara, nenhum salvador vai me ajudar a resolver
Minha miséria, sempre, nunca, nunca se separar.

Suavemente estou desaparecendo, suavemente eu
Vou sumir, nua é a verdade,
Mortas e vazias estão minhas mãos.

A fome ataca, fugi para a escuridão, finalmente vou encontrar meu lar.

Chamas, chamas ardentes, tocam e me afastam de novo.
Na minha cova, onde o crepúsculo abraça, nada no espelho reflete.

Suavemente estou desaparecendo, suavemente eu
Vou sumir, nua é a verdade,
E mortas e vazias estão minhas mãos.

Abençoados são esses pecados, perdoadas são essas asas que me levam embora,
E mal me embalam para dormir.
A noite varre seu véu de novo, um frio captura minha alma, desvia de tudo,
Desvia de mim.

Imprudente e rasgado, através de tudo.

A fome ataca, fugi para a escuridão, finalmente eu
Vou encontrar meu lar, meu próprio ninho, onde posso me abrigar.

Suavemente estou desaparecendo, suavemente eu
Vou sumir, nua é a verdade,
E mortas e vazias estão minhas mãos.

A fome ataca, fugi para a escuridão, finalmente vou encontrar meu lar, meu próprio ninho, onde posso me abrigar.

Composição: