Afterglow Ruins
We don't notice what we lose–
Till the quiet learns our names
The rooms still ring with used to be
A missing sound that follows me
We set the table for the air–
Then act like nobody was there
(Was there, was there)
We keep the lights the way they were
To trick the dark, to blur the blur
We scroll through laughter, polished bright
Like proof that we were once alright
A coat still hangs, a glass still shines
A doorway draws invisible lines
We say: I'm fine with perfect ease–
But fine is just a frozen please
And every day repeats the same
But nothing ever feels the same
We smile, we move, we keep the pace–
While absence wears a living face
The rooms still ring with used to be
A missing sound that follows me
We set the table for the air–
Then act like nobody was there
Turn it up, let silence break
Give the ache a beat to take
If the loss won't let us breathe–
Let the bass become belief
We learn the art of leaving fast
Of stepping over shattered past
We fold our grief in tidy stacks
Then wear it like a brand-new mask
Some nights the mirror feels too close–
It shows the parts we can't expose
We crave a noise, a brighter sin
To drown the choir under skin
Count to four, don't look back
Hold the smile, hide the crack
Move in time, stay composed–
Love turns ghost, love turns ghost
We don't fall– we disappear
Slowly, softly, year by year
We miss the hurt because it proved
There was a hand we used to hold
So teach the dark to carry light
Not as comfort– as a knife
Step in close, don't promise peace–
Just promise motion, promise beat
The rooms still ring with used to be
A missing sound that follows me
We set the table for the air–
Then act like nobody was there
Turn it up, let silence break
Give the ache a beat to take
If the loss won't let us breathe–
Let the bass become belief
We dance, so we don't vanish
Ruínas do Depois do Brilho
Não percebemos o que perdemos
Até que o silêncio aprenda nossos nomes
Os cômodos ainda ressoam com a ideia de que costumava ser
Um som ausente que me persegue
Preparamos a mesa para o ar
Então agimos como se ninguém estivesse lá
(Estava lá, estava lá)
Mantemos as luzes como estavam
Pra enganar a escuridão, desfocar o desfoque
Percorremos um mar de risos, polidos e brilhantes
Como prova de que um dia estivemos bem
Um casaco ainda está pendurado, um copo ainda brilha
Uma porta desenha linhas invisíveis
Dizemos: Estou bem, com total facilidade
Mas bem é apenas um por favor congelado
E todos os dias se repetem da mesma forma
Mas nada parece ser o mesmo
Sorrimos, nos movemos, mantemos o ritmo
Embora a ausência vista um rosto vivo
Os cômodos ainda ressoam com a ideia de que costumava ser
Um som ausente que me persegue
Preparamos a mesa para o ar
Então agimos como se ninguém estivesse lá
Aumente o volume, deixe o silêncio ser quebrado
Dê para a dor uma batida para ouvir
Se a perda não nos deixa respirar
Que o som do baixo se torne crença
Aprendemos a arte de partir rapidamente
De superar um passado despedaçado
Dobramos nossa dor em pilhas organizadas
Depois, usamos como se fosse uma máscara nova
Em algumas noites, o espelho parece estar muito perto
Mostra as partes que não podemos expor
Ansiamos por um ruído, um pecado mais brilhante
Pra afogar o coro sob a pele
Conte até quatro, não olhe para trás
Mantenha o sorriso, esconda a rachadura
Movimente-se no tempo certo, mantenha a compostura
O amor se transforma em fantasma, o amor se transforma em fantasma
Nós não caímos, nós desaparecemos
Lentamente, suavemente, ano após ano
Sentimos falta da dor porque ela provou
Havia uma mão que costumávamos segurar
Então ensine a escuridão a carregar a luz
Não como conforto, como uma faca
Aproxime-se, não me prometa paz
Prometa apenas movimento, prometa ritmo
Os cômodos ainda ressoam com a ideia de que costumava ser
Um som ausente que me persegue
Preparamos a mesa para o ar
Então agimos como se ninguém estivesse lá
Aumente o volume, deixe o silêncio ser quebrado
Dê para a dor uma batida para ouvir
Se a perda não nos deixa respirar
Que o som do baixo se torne crença
Nós dançamos, para não desaparecermos