395px

Utopias em Fuga

Idyllic Graves

Fading Utopias

Between the dark, a sky torn wide
Angels fell to the earth gone dry
We were forgotten under rust
Tied to the ashes, bound to dust

Static steps to nowhere I go
Kneeling down to the faceless flow
I fake my freedom, hide the ache
Drown what I miss until it breaks

There is nothing here
Nothing left to save
Only silence near
Only names erased

All I do not know, I let it go
The world turns on with no start, no close
All I have lived is drifting free
This is not, and never was, part of me
Never was part of me
Never was part of me

Silent faces, poisoned vows
Fading utopias dying now
Alone inside the moving crowd
A broken heart without a sound

Mutilated soul
Fragmented frame
Nothing answers
To my name

All I do not know, I let it go
The world turns on with no start, no close
All I have lived is drifting free
This is not, and never was, part of me
Never was part of me
Never was part of me

Echoes die with every dawn
Forgotten pieces wandering on
The past collapses, the future blooms
From every error we were taught to choose
All I ever wanted was to be
Everything I always was in me

All I do not know, I let it go
The world turns on with no start, no close
All I have lived is drifting free
This is not, and never was, part of me
Never was part of me
Never was part of me

Waltz or requiem
In a post-everything age
Cycles close again
On minds still locked away

Never was part of me

Utopias em Fuga

Entre a escuridão, um céu rasgado
Anjos caíram na terra seca
Fomos esquecidos sob a ferrugem
Amarrados às cinzas, presos à poeira

Passos estáticos para lugar nenhum eu vou
Ajoelhando-me ao fluxo sem rosto
Finjo minha liberdade, escondo a dor
Afogo o que sinto até quebrar

Não há nada aqui
Nada pra salvar
Apenas silêncio perto
Apenas nomes apagados

Tudo que não sei, deixo pra lá
O mundo gira sem começo, sem fim
Tudo que vivi está flutuando livre
Isso não é, e nunca foi, parte de mim
Nunca foi parte de mim
Nunca foi parte de mim

Rostos silenciosos, votos envenenados
Utopias em fuga morrendo agora
Sozinho dentro da multidão em movimento
Um coração partido sem som

Alma mutilada
Estrutura fragmentada
Nada responde
Ao meu nome

Tudo que não sei, deixo pra lá
O mundo gira sem começo, sem fim
Tudo que vivi está flutuando livre
Isso não é, e nunca foi, parte de mim
Nunca foi parte de mim
Nunca foi parte de mim

Ecos morrem a cada amanhecer
Pedaços esquecidos vagando por aí
O passado colapsa, o futuro floresce
De cada erro que nos ensinaram a escolher
Tudo que sempre quis foi ser
Tudo que sempre fui em mim

Tudo que não sei, deixo pra lá
O mundo gira sem começo, sem fim
Tudo que vivi está flutuando livre
Isso não é, e nunca foi, parte de mim
Nunca foi parte de mim
Nunca foi parte de mim

Valsa ou réquiem
Em uma era pós-tudo
Ciclos se fecham novamente
Em mentes ainda trancadas

Nunca foi parte de mim

Composição: Deyvson Felipe Santos