Tradução gerada automaticamente

Huella Huella
Ignacio Corsini
Pegada Pegada
Huella Huella
Caramba, que tempo nublado faz¡Pucha qué nublao' que hace
A chuva se intensificou!Se ha emponchao' el aguacero!
A chuva galopante que vem em nossa direção!¡Al galope el aguacero que nos viene largo!
Tría e la!¡Tría y la!
Pegada, pegada, pegada!¡Huela, huella, huella!
Sempre entre dois sulcosSiempre entre dos surcos
Onde o cardo ataca, vão os bois pampas de olhar tristeDonde ataca el cardo van los bueyes pampas de mirada triste
Vão os bois pampas de olhar triste com seu passo lentoVan los bueyes pampas de mirada triste con su tranco tardo
Enrugado de nuvens, céu sem estrelasArrugao' de nubes, cielo sin estrellas
Órfão da luaHuérfano de luna
Sauces que se espelhamSauces que se espejan
Chorando seus galhos junto à lagoaLlorando sus ramas junto a la laguna
Bater de asas frio que vai nas sombrasAleteo frío que vas en las sombras
Do mudo caminho, o piar da corujaDel mudo sendero, chirrido de búho
Que nos lábios gaúchosQue en los labios gauchos
Coloca um mau presságioPone un mal agüero
Sinta, sinta companheiro como o carancho assobiaSienta, sienta compañero como lo chista el carancho
Este pau é para o seu ranchoEste palo es pa' su rancho
Faça o sinal da cruz, mau presságioSantígüese, mal agüero
Tría e la!¡Tría y la!
Pegada, pegada, pegadaHuella, huella, huella
E com passo cansado morre em sua preguiçaY al tranco cansado muere en su pereza
Olhando bem fundo com seus olhos grandesMirando muy hondos con sus ojos grandes
Olhando bem fundo com seus olhos grandes cheios de tristezaMirando muy hondos con sus ojos grandes llenos de tristeza
Tata que madruga e na boca do rancho, olhando-o, o deixaTata que madruga y a la boca del rancho mirándolo lo deja
Vê a sombra gauchaVe la sombra gaucha
Dos carretões em seus tempos antigosDe los carretones a sus tiempos viejos
E o assobio longo que em busca do vento perdido se agitaY el silbido largo que en aras del viento perdido se agita
Leva pelo campo a romanza criolla de uma vidalitaLleva por el llano la romanza criolla de una vidalita
China que dá voltasChina que das vuelta
Pensando e se não dormesPensando y si no duermes
Em tua cama de couroEn tu catre 'e tiento
Um adeus se escutaUn adiós se escucha
Em cada assobio que o vento levaEn cada silbido que le lleva el viento
Pegada, pegada, pegadaHuella, huella, huella
Sempre céu e terraSiempre cielo y tierra
Diminuindo a pegada nascem para o sulcoAchicando huella nacen para el surco
E no sulco morremY en el surco mueren
Nascem para o sulco e no sulco morremNacen para el surco y en el surco mueren
Pegada, pegada, pegadaHuella, huella, huella



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