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UM SABOR DA AMBROSIA

Ihsahn

A TASTE OF THE AMBROSIA

On the altar of elation
My offering laid bare
A craving for sensation
Famine haunts the soul
Who had a taste of the ambrosia

A disciple of bedlam in chrysalis
Concealed in acts of composure
I walked the sacred hallways
Of obsession and deceit
I waded muddy rivers
Of vanity and conceit
My hunger ever deeper

And I willed it so
Drenched in chaos
Thus, I willed it

On tightropes, I ventured across
Those chasms of nausea and fear
To overcome the man I was
For a taste of the ambrosia

From the hollow skulls of the dead
Poured the nectar of oblivion
And I drenched my trepidations
In the blood of innocence
Weighted by despondency
I sank into acceptance
And to the sound of singing sirens
Transformation had commenced

UM SABOR DA AMBROSIA

No altar da exaltação
Minha oferta exposta
Um desejo por sensação
A fome assombra a alma
Quem provou da ambrosia

Um discípulo do caos em crisálida
Escondido em atos de compostura
Eu caminhei pelos corredores sagrados
Da obsessão e do engano
Eu atravessei rios lamacentos
De vaidade e presunção
Minha fome cada vez mais profunda

E eu quis assim
Encharcado em caos
Assim, eu quis

Em cordas bamba, eu me aventurei
Por esses abismos de náusea e medo
Para superar o homem que eu era
Por um sabor da ambrosia

Dos crânios ocos dos mortos
Jorrou o néctar do esquecimento
E eu encharquei minhas apreensões
No sangue da inocência
Pesado pela desolação
Afundei na aceitação
E ao som das sereias cantando
A transformação havia começado