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NO CORAÇÃO DE TODAS AS COISAS QUEBRADAS

Ihsahn

AT THE HEART OF ALL THINGS BROKEN

Eye-to-eye with the skyline
In solitude by the windowpane
I watch as nights descend upon
A twilight city, glazed in rain
And staring back at me
From deep inside the glass and steel
My own disfigured image
My own disfigured image
Marred and stained, it is revealed

As from ashes, rise a monolithic tower
An obelisk comprised in my disguise
Founded on the remnants of humanity
Thus, for transcendence, I have paid the price
Oh, I have paid the price

We could trace the ruins' shadow back to greatness
Sense the strength and grace of times gone by
Still, they're but decrepit tombs and epitaphs
Of power, pride, and loss, and so am I

In depths of tragedy resides
In depths of tragedy resides
A seed of the sublime
At the heart of all things broken
At the heart of all things broken
A spark of the divine
A spark of the divine

And I have seen the vibrant sheen
The eye's inherent alchemy
Intoxicated rhapsody
A madness in which I remain
And any fragile impulse
To return, to love, would be in vain
This antler crown exceeds beyond
The arch to your domain

NO CORAÇÃO DE TODAS AS COISAS QUEBRADAS

Olho no olho com o horizonte
Em solidão junto à janela
Assisto enquanto as noites descem sobre
Uma cidade crepuscular, envidraçada pela chuva
E encarando de volta para mim
De dentro do vidro e do aço
Minha própria imagem desfigurada
Minha própria imagem desfigurada
Marcada e manchada, é revelada

Como das cinzas, ergue-se uma torre monolítica
Um obelisco composto em meu disfarce
Fundado nos restos da humanidade
Assim, pela transcendência, paguei o preço
Oh, paguei o preço

Poderíamos rastrear a sombra das ruínas de volta à grandeza
Sentir a força e a graça dos tempos passados
Ainda assim, são apenas túmulos decrépitos e epitáfios
De poder, orgulho, perda, e eu também

Nas profundezas da tragédia reside
Nas profundezas da tragédia reside
Uma semente do sublime
No coração de todas as coisas quebradas
No coração de todas as coisas quebradas
Uma faísca do divino
Uma faísca do divino

E eu vi o brilho vibrante
A alquimia inerente ao olhar
Êxtase intoxicado
Uma loucura na qual permaneço
E qualquer frágil impulso
De retornar, de amar, seria em vão
Esta coroa de chifres excede além
O arco para o seu domínio