Cansada (part. Victoria Mendivil)
Cansada de que me digas que no
Que no valgo nada
Sin mí estás mejor
No entiendo, mientras estamos solos y riendo
Tu cara dice: Te amo, pero me estoy confundiendo
El que me trates mal
Siento, es tu mayor costumbre
Adicta a tomar alcohol
Y al cigarro prenderle lumbre
A manejar velocidades
Que nunca había conducido
Experimentar sustancias
Que nunca me había metido
Me enamoré de las cosas de la vida
De ti también aunque me dejaste herida
No sé el porqué pero tomo sin medida
Y es que tal vez soy una desconocida
Me enamoré de las cosas de la vida
De ti también aunque me dejas herida
No sé el porqué pero tomo sin medida
Y es que tal vez soy una desconocida
Hoy lo enrolo junto con mis amigas
Voy a salir y nada quiero que me digas
Ya mucho estuve y nunca valoraste nada
Y por tu culpa mucho estuve encadenada
Quiero terminar esta noche con alguien más
Quiero olvidarte y nunca mirar hacia atrás
En un buen carro por mí alguien va a pasar
En un buen antro peda quiero terminar
Sé que estás cansada y piensas que soy narcisista
Me viste bailando con otra morra en la pista
Tal vez si nos de chance, no sé si estás lista
Algo más que ame no creo que exista
Me enamoré de las cosas de la vida
Perdón, siempre te dejé herida
No sé el porqué, pero tomo sin medida
Ando mal, ya no suelto la bebida
Disculpas por todo lo que te hice
Cortamos que nadie más te pise
El tratarte mal se me hizo costumbre
Nuestra relación se volvió una incertidumbre
Sé que no está bien
Cómo te manipulaba
Que siguiera morras
Cómo te enojaba
Me enamoré de las cosas de la vida
De ti también aunque me dejas herida
No sé el porqué pero tomo sin medida
Y es que tal vez soy una desconocida
Me enamoré de las cosas de la vida
De ti también aunque me dejas herida
No sé el porqué pero tomo sin medida
Y es que tal vez soy una desconocida
(Cansada de que me digas que no)
(Que no valgo nada sin mí estás mejor)
(No entiendo, mientras estamos solos y riendo)
(Tu cara dice: Te amo, pero me estoy confundiendo)
Cansada (part. Victoria Mendivil)
Cansada de você me dizer que não
Que eu não valho nada
Sem mim você tá melhor
Não entendo, enquanto estamos sozinhos e rindo
Seu rosto diz: Te amo, mas tô me confundindo
O jeito que você me trata mal
Sinto, é seu maior costume
Viciada em beber álcool
E acender o cigarro em lume
Acelerar em velocidades
Que nunca tinha dirigido
Experimentar substâncias
Que nunca tinha conhecido
Me apaixonei pelas coisas da vida
De você também, mesmo ferida
Não sei o porquê, mas bebo sem medida
E talvez eu seja uma desconhecida
Me apaixonei pelas coisas da vida
De você também, mesmo ferida
Não sei o porquê, mas bebo sem medida
E talvez eu seja uma desconhecida
Hoje vou enrolar junto com minhas amigas
Vou sair e não quero que você me diga
Já fiquei demais e você nunca valorizou nada
E por sua culpa, muito tempo fiquei encadenada
Quero terminar essa noite com alguém mais
Quero te esquecer e nunca olhar pra trás
Num carro bom, alguém vai passar por mim
Num bom bar, quero terminar assim
Sei que você tá cansada e acha que sou narcisista
Te vi dançando com outra mina na pista
Talvez se nos der uma chance, não sei se tá pronta
Algo que eu ame, não sei se existe, não
Me apaixonei pelas coisas da vida
Desculpa, sempre te deixei ferida
Não sei o porquê, mas bebo sem medida
Tô mal, já não solto a bebida
Desculpa por tudo que te fiz
Terminamos, que ninguém mais te pisem
Te tratar mal virou meu costume
Nossa relação virou uma incerteza
Sei que não tá certo
Como eu te manipulava
Que eu continuasse com outras
Como você se irritava
Me apaixonei pelas coisas da vida
De você também, mesmo ferida
Não sei o porquê, mas bebo sem medida
E talvez eu seja uma desconhecida
Me apaixonei pelas coisas da vida
De você também, mesmo ferida
Não sei o porquê, mas bebo sem medida
E talvez eu seja uma desconhecida
(Cansada de você me dizer que não)
(Que eu não valho nada, sem mim você tá melhor)
(Não entendo, enquanto estamos sozinhos e rindo)
(Sua cara diz: Te amo, mas tô me confundindo)