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Ya nada es igual

Iker Plan

Letra

Nada é o Mesmo

Ya nada es igual

Tudo o que fui, ficou na minha almaTodo lo que fui, se me quedo en el alma
Não soube o que dizer, pesava a calmaNo supe qué decir, pesaba la calma
Já fui e voltei, e agora espero ficarYa fui y volví, y ahora espero quedarme
Para viver uma vida tranquila, possoA vivir una vida tranquila, puedo

Eu te disse, mãe, que nasci para ser grandeTe lo dije mama, que nací pa' ser grande
E quando criança, lendo Zipi e Zape na camaY de chico, leyendo Zipi y Zape en la cama
Pensando em tocar onde ninguémPensando en tocar donde nadie
Olhava para o céuEl cielo miraba

Pagando contas, sentindo fraturasPagando facturas, sintiendo fracturas
Voltando da escola e a rua duraVolviendo del cole y la calle dura
Minha nuca sangrava, sutura, minhas mãos tremendoMi nuca sangraba, sutura, mis manos temblando
Despidas de medoDe miedo desnudas

Papai, deixando a pele e a sanidadePapá, dejando la piel y cordura
Economizando, tirando a ruína, o lixoAhorrando, sacando la ruina, basura
Calçadas estreitas, facas cortando embutidosAceras estrechas, navajas cortando embutido
Há sol e amarguraHace Sol y amargura

Voltei ao bairro e não reconheço a calçadaHe vuelto al barrio y no reconozco la acera
Espera, não há clube, apenas mangas de confeiteiroEspera, no hay club solo mangas de pastelera
Não há oficina de desenho, só se vê uma cabeleireiraNo hay taller de dibujo, se ve una peluquera
O solvente manchava mesmo sem quererEl disolvente machaba aunque no quisiera

Voltei para casa e não há ciganos na calçadaHe vuelto a casa y no hay gitanos en la acera
Pedindo emprestado desde a estradaPidiéndome prestado desde carretera
Ninguém mais faz grafites que valham a penaYa nadie hace pintadas que valgan la pena
Ler do viaduto caracol a A8 cheiaLeer desde el puente caracol la A8 llena

Passou muito tempo, lembrei quem souHa pasado largo tiempo he recordado quien soy
Tive que voltar até aqui, para ver o solTenía que volver hasta aquí, para ver el Sol
Tudo muda tanto que às vezes, não sei onde estouTodo cambia tanto que a veces, no sé dónde estoy
Mas pelo menos, não me esqueço, continuo em frentePero al menos, no me olvido ay, sigo recto

Para onde vou vou vou vou vouHacia donde voy voy voy voy voy
Para onde vouHacia donde voy

Não há sangue no chãoNo hay sangre en el suelo
Nem leques em bolsos cheios de maldadeNi abanicos en bolsillos llenos de maldad
Nem pílulas de design, acabou aquele carnavalNi pastillas de diseño, se acabó aquel carnaval
Ninguém mais usa disfarce para este lobo sem focinheiraYa nadie lleva disfraz para este lobo sin bozal

Nada é igual, não há sangue no chãoYa nada es igual, no hay sangre en el suelo
Nada é igual, não há sangue no chãoYa nada es igual, no hay sangre en el suelo
Nada éYa nada es

Dobrando a esquina havia a loja de 100Doblando la esquina había tienda de 100
Ferretería Moreno, calçados corredorFerretería Moreno, calzado corredor
Sonitel não está mais na praça principalSonitel ya no está en la plaza mayor
Atrás do ABS vendendo o guia da Nintendo açãoAtrás el ABS vendiendo la guía de Nintendo acción
Villegas ainda conserva ao passar aquele cheiroVillegas sigue conservando al pasar ese olor

No Kultur etxe esperando e vendo meu irmão ensaiarEn el Kultur etxe esperando y viendo ensayar a mi bro
Com um walkman arranhado, pensando se amanhã será melhorCon un walkman rallado, pensando en si mañana es mejor
A loja do cavalinho traria novos ioiôsLa tienda del caballito traería nuevos yo-yos
Para ver se eu conseguia, mesmo que tudo fosse um nãoPara mirar si me alcanzaba, aunque todo fuera un no

Que não, que não, que não temosQue no, que no, que no tenemos
Que não, que não, que não chega para nósQue no, que no, que no nos llega
Que não, querido, que nãoQue no, cariño, que no
Que não, que não, vale a penaQue no, que no, vale la pena

Passando a ponte com teto porque antes não tinhaPasando el puente con techo porque antes no tenía
Como a mochila pesava enquanto eu me molhavaComo pesaba la mochila mientras me mojaba
Não queria ir à escola porque me sentia morrerNo quería ir al colegio porque me moría
Só havia lembranças que me apunhalavamSolo había recuerdos que me apuñalaban

Passou muito tempo, lembrei quem souHa pasado largo tiempo he recordado quien soy
Tive que voltar até aqui, para ver o solTenía que volver hasta aquí, para ver el Sol
Tudo muda tanto que às vezes, não sei onde estouTodo cambia tanto que a veces, no sé donde estoy
Mas pelo menos, não me esqueço, continuo em frentePero al menos, no me olvido ay, sigo recto

Para onde vou vou vou vou vouHacia donde voy voy voy voy voy
Para onde vouHacia donde voy

Ele o matou ali no chão e começou a fugirLo mató allí en el suelo luego comenzó a escapar
Mamãe tentou me afastar ao chegar para que eu não visseMamá me quiso apartar al llegar para que no pudiera ver
E eu já tinha visto, cobriram tudo como num funeralY lo había visto ya, lo taparon todo como en un funeral

Nada é igual, não há sangue no chãoYa nada es igual, no hay sangre en el suelo
Nada é igual, não há sangue no chãoYa nada es igual, no hay sangre en el suelo
Nada éYa nada es


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