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ALGO BONITO (part. Ivy Queen)

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ALGO BONITO (part. Ivy Queen)

Cada vez que tiran los cañones
Se pone pesada mi artillería
A todo el que me ataque lo devoro
Como leona de cacería

Ya me tienen las huevas hinchadas
Si protesto me llaman subversiva
Y sé que mi rabia te incomoda
Porque sé que me prefieres compasiva

Suena ese llamado que despierta
Que nos libera el peso de encima
A ese mostro le tiemblan las piernas
Sabe que su derrumbe se aproxima

Se soltaron ya
Las yeguas del campo
Bajando cuestas
Curás de espanto
Lágrimas secas
Y sin quebranto
Grito que se vuelve canto

Dime algo bonito
Quiero escuchar algo bonito
Dime algo bonito
Quiero escuchar algo bonito

Dime algo bonito
Quiero escuchar algo bonito
Dime algo bonito
Quiero escuchar algo bonito

Más vale que las palabras lindas te rindan
O por mi descendencia y los ovarios que me guindan
Me importa poco de lo que me tildan
Nunca he creído que callaíta me veo mas linda

Cuando escupo es como fuego y ácido
Se ve que tu palabreo es como tú de flácido
Yo los mato rápido
El ritmo decapito

Yo chambeo y pla pla
Es automático
Yo nunca me la voy a dejar montar
Si es grande tu ego el mío es de tamaño colosal
Y la cobertura es intercontinental
Yo que tu camino por la marginal
(It's the rude gyal)

Se soltaron ya
Las yeguas del campo
Aquí no hay llanto
Hablamos con encanto
Melaza Pura
Yerba del campo
Tengo el sofrito que te gusta tanto

Dime algo bonito
Quiero escuchar algo bonito
Dime algo bonito
Quiero escuchar algo bonito

Dime algo bonito
Quiero escuchar algo bonito
Dime algo bonito
Quiero escuchar algo bonito

Dime algo bonito
Quiero escuchar algo bonito (algo bonito papá)
Dime algo bonito (suavecito)
Quiero escuchar algo bonito

Dime algo bonito
Quiero escuchar algo bonito (ya tu sabe papá)
Dime algo bonito

Quiero escuchar algo bonito
Ivy Queen, la caballota
La perra, la diva y la potra
A mí tú me hablas bonito ¿Ok?

ALGO BONITO (part. Ivy Queen)

Cada vez que os canhões disparam
Minha artilharia fica pesada
Quem me atacar eu devoro
Como uma leoa na caçada

Já tô com os nervos à flor da pele
Se eu protesto me chamam de subversiva
E sei que a minha raiva te incomoda
Porque sei que você prefere que eu seja compreensiva

Soa esse chamado que desperta
Que nos libera do peso em cima
Aquele monstro treme nas pernas
Sabe que sua queda se aproxima

Se soltaram já
As éguas do campo
Descendo as ladeira
Com medo e espanto
Lágrimas secas
E sem quebranto
Grito que se transforma em canto

Me diz algo bonito
Quero ouvir algo bonito
Me diz algo bonito
Quero ouvir algo bonito

Me diz algo bonito
Quero ouvir algo bonito
Me diz algo bonito
Quero ouvir algo bonito

É melhor que as palavras lindas te rendam
Ou pela minha descendência e os ovários que me sustentam
Me importa pouco o que me chamam
Nunca acreditei que calada eu fico mais bonita

Quando eu cuspo é como fogo e ácido
Dá pra ver que seu papo é tão flácido quanto você
Eu os mato rápido
Decapito o ritmo

Eu trabalho e pla pla
É automático
Nunca vou deixar você me dominar
Se seu ego é grande, o meu é colossal
E a cobertura é intercontinental
Se eu fosse você, tomava o caminho pela marginal
(É a rude gyal)

Se soltaram já
As éguas do campo
Aqui não tem choro
Falamos com encanto
Melaza pura
Erva do campo
Tenho o tempero que você gosta tanto

Me diz algo bonito
Quero ouvir algo bonito
Me diz algo bonito
Quero ouvir algo bonito

Me diz algo bonito
Quero ouvir algo bonito
Me diz algo bonito
Quero ouvir algo bonito

Me diz algo bonito
Quero ouvir algo bonito (algo bonito, papá)
Me diz algo bonito (suave)
Quero ouvir algo bonito

Me diz algo bonito
Quero ouvir algo bonito (já sabe, papá)
Me diz algo bonito

Quero ouvir algo bonito
Ivy Queen, a caballota
A fera, a diva e a potra
Pra mim você fala bonito, ok?