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Nenhum Lugar (part. Trueno)

iLe

Ningun Lugar (part. Trueno)

Uh-uh-uh-uh
Uh-uh-uh
Uh-uh-uh-uh-uh

Estoy peleando con dos lados de mí
Que caminan sobre una cuerda floja
Quieren respuestas que no sé contestar
Y todo lo que soy se descontrola
Me muevo por corrientes sin dirección
Y esquivo normas que no tienen sentido
Es una trampa en la que vuelvo a caer
Es un recuerdo disfrazado de olvido

A veces busco sentirme completa
En este mundo que está roto ya
Y como nube me sostengo
Entre aire y agua derramá'
Estoy metida en un abismo sin fin
Un boquete que no tiene salida
Es un lugar que no me quiere soltar
Que no es ningún lugar
Que no es ningún lugar (ay)

Aunque siga peleando con las dos partes de mí
Muriendo, matando, escapando salí
La cuerda temblando, no me caí
Que pregunten, respondo cantando
Rompiendo corrientes, subiendo, bajando
Quebrando las norma’, las trampas se quedan mirando
Recuerdos, olvidos, el mal merodeando
No pueden mentirme, yo ya estuve ahí (que no es ningún lugar)
Tengo errores que completar
Más preguntas que contestar
Más lugares en donde estar
Más infiernos que protestar
Más abismos entre yo y yo mismo, pero ya no hay tiempo para tropezar
Encierro lo malo en un lugar (que no es ningún lugar), oh
Soy un guerrero y si hace falta hasta peleo sin espada
Tengo el armadura lista y las palabras recargadas
Arrasamos contra todo, el pensamiento negativo no nos para
Quiero la corona levantada
El enemigo está mirando, pero, papi, no hay jugada
Mucho menos preparada
Puedo percibir el miedo, se le nota en la mirada
Pero viendo al enemigo estoy viendo mi propia cara (ey)
Aunque sigo peleando con las dos parte' de mí
Muriendo, matando, muriendo, matando, yeah
Con las dos partes de mí, ja, ja, yeah
Aunque siga peleando, con las dos parte' de mí
De mi parte controlo las parte’ de mí
Pero aparte de mí, si mi parte se parte
Es para que la otra parte no se aparte de mí (yeah)

Que no es ningún lugar
Uh-uh-uh-uh
Uh-uh-uh
Uh-uh-uh-uh-uh

Nenhum Lugar (part. Trueno)

Uh-uh-uh-uh
Uh-uh-uh
Uh-uh-uh-uh-uh

Estou lutando com dois lados de mim
Que andam sobre uma corda bamba
Querem respostas que não sei dar
E tudo que sou se descontrola
Me movo por correntes sem direção
E desvio de regras que não fazem sentido
É uma armadilha na qual volto a cair
É uma lembrança disfarçada de esquecimento

Às vezes busco me sentir completa
Neste mundo que já está quebrado
E como uma nuvem me sustento
Entre ar e água derramada
Estou presa em um abismo sem fim
Um buraco que não tem saída
É um lugar que não quer me soltar
Que não é nenhum lugar
Que não é nenhum lugar (ai)

Mesmo lutando com as duas partes de mim
Morrendo, matando, escapando, saí
A corda tremendo, não caí
Que perguntem, respondo cantando
Quebrando correntes, subindo, descendo
Destruindo as normas, as armadilhas ficam olhando
Lembranças, esquecimentos, o mal rondando
Não podem me enganar, eu já estive lá (que não é nenhum lugar)
Tenho erros para corrigir
Mais perguntas para responder
Mais lugares para estar
Mais infernos para protestar
Mais abismos entre eu e eu mesmo, mas já não há tempo para tropeçar
Encerro o que é ruim em um lugar (que não é nenhum lugar), oh
Sou um guerreiro e se precisar até luto sem espada
Tenho a armadura pronta e as palavras carregadas
Arrasamos contra tudo, o pensamento negativo não nos para
Quero a coroa levantada
O inimigo está olhando, mas, mano, não tem jogada
Muito menos preparado
Posso perceber o medo, dá pra ver no olhar
Mas vendo o inimigo estou vendo meu próprio rosto (ei)
Mesmo lutando com as duas partes de mim
Morrendo, matando, morrendo, matando, é
Com as duas partes de mim, ha, ha, é
Mesmo lutando, com as duas partes de mim
Da minha parte controlo as partes de mim
Mas além de mim, se minha parte se parte
É para que a outra parte não se afaste de mim (é)

Que não é nenhum lugar
Uh-uh-uh-uh
Uh-uh-uh
Uh-uh-uh-uh-uh

Composição: iLe / Trueno