395px

Mais um cai no chão

Illya Kuryaki & Valderramas

Another one bites the dust

Cada latino va a bailar esta cumbia
Somos la clicka que tu alma inunda
Juro que nunca he comido un ladrillo
Porque soy cruza de perra, de potrillo

No tengo historia en conversar con tus piernas
Siempre que ellas demuestren su belleza
Tengo un terreno en la realeza
Tengo la gloria, no he besado a la reina

Porque al decir no va más
Me entrega su lugar
Donde respirar es elemental
Si el polvo solo es muerte
No quiero ser equivalente
A un alma que está viva
Pero solo por suerte

Another one bites the dust
Another one bites the dust
And another one bites
And another one bites
Another one bites the dust
Another one bites the dust

Si me ves caminando no me detengas
No me interesa lo que quieras que sepa
Llevo tatuada la vida doblada
De vidas partidas esperando el alba
Y nunca pareció cielo se cerraba
Cada vez que soñando mi gente era enterrada

Un ángel de luz me guía por el camino
De no caer en el erróneo destino
Destruí el mito de que tu eras la reina
No aspiro a ser esclavo de esa mierda
Juro que nunca he comido un ladrillo
Soy la pared mas metal que tu has visto

Nunca he sufrido algo de tu castigo
Puedo volar con solo comer higos
Así soy yo, no le pido nada al olmo
Por eso te digo que otro muerda el polvo

Another one bites the dust
Another one bites the dust
And another one bites
And another one bites
Another one bites the dust
Another one bites the dust

Despierto de un mal sueño
Donde yo era el peón
Nadaba en tu cuerpo, subiéndome al montón
De mujeres, yeah, todas para mí
Todas desnudas en mi cama
Y que aparezca al fin

Another one bites the dust
Another one bites the dust
And another one bites
And another one bites
Another one bites the dust
Another one bites the dust

Mais um cai no chão

Cada latino vai dançar essa cumbia
Somos a galera que sua alma inunda
Juro que nunca comi um tijolo
Porque sou mistura de cadela, de potro

Não tenho história em conversar com suas pernas
Sempre que elas mostram sua beleza
Tenho um terreno na realeza
Tenho a glória, não beijei a rainha

Porque ao dizer que não vai mais
Me entrega seu lugar
Onde respirar é essencial
Se a poeira é só morte
Não quero ser equivalente
A uma alma que tá viva
Mas só por sorte

Mais um cai no chão
Mais um cai no chão
E mais um cai
E mais um cai
Mais um cai no chão
Mais um cai no chão

Se me vê caminhando não me pare
Não me interessa o que você quer que eu saiba
Levo tatuada a vida dobrada
De vidas partidas esperando a luz da manhã
E nunca pareceu céu, se fechava
Cada vez que sonhando minha gente era enterrada

Um anjo de luz me guia pelo caminho
Pra não cair no destino errado
Destruí o mito de que você era a rainha
Não aspiro a ser escravo dessa merda
Juro que nunca comi um tijolo
Sou a parede mais metal que você já viu

Nunca sofri nada do seu castigo
Posso voar só de comer figos
Assim sou eu, não peço nada ao olmo
Por isso te digo que outro morde o pó

Mais um cai no chão
Mais um cai no chão
E mais um cai
E mais um cai
Mais um cai no chão
Mais um cai no chão

Acordo de um pesadelo
Onde eu era o peão
Nadava no seu corpo, subindo no montão
De mulheres, é, todas pra mim
Todas nuas na minha cama
E que apareça enfim

Mais um cai no chão
Mais um cai no chão
E mais um cai
E mais um cai
Mais um cai no chão
Mais um cai no chão

Composição: John Deacon