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Rogue-me

Illya Kuryaki & Valderramas

Ruégame

Ven que oscureció
se detuvo el destino en la habitación
quizás perdí mi ser
la violencia del aire quebrantó su piel

Y en secreto se inundaba el bosque
donde vimos crecer aquella flor
te besé y me rogaste que te amara
ruégame otra vez, otra vez

Aquí velaste al sol
siendo el resto de tu alma mi redención
presencié un eclipse en ti
es eterno el desierto que sonríe el fin

Y en secreto se inundaba el bosque
donde vimos crecer aquella flor
te besé y me rogaste que te amara
ruégame otra vez, ruégame

Toqué la soledad
en su vientre anhelando no despertar
volar bajo la piel
se adormecen tus manos al palpar mi sed

Tantas sombras en mi alma
tantas noches que me abrazan
óyeme que el cielo sangra
y de su sangre creo darte
y esta noche quiero verte
aunque sea dentro mío
creo que aún recuerdas
que fui yo quien dijo basta
basta de atarme al trueno
basta de quemar tus sueños
ya no quedan más tormentas
tu deseo es mi deseo
y al reir sangras la esencia
que deshace a mi lamento
recuerda que nadie espera
odio en tus ojos princesa

Y en secreto se inundaba el bosque
donde vimos crecer aquella flor
te besé y me rogaste que te amara
ruégame otra vez, otra vez

Rogue-me

Vem que escureceu
o destino parou na sala
quem sabe perdi meu ser
a violência do ar quebrou sua pele

E em segredo o bosque se inundava
donde vimos crescer aquela flor
te beijei e me imploraste que te amasse
rogue-me outra vez, outra vez

Aqui você velou o sol
sendo o resto da sua alma minha redenção
presenciei um eclipse em ti
e é eterno o deserto que sorri no fim

E em segredo o bosque se inundava
donde vimos crescer aquela flor
te beijei e me imploraste que te amasse
rogue-me outra vez, rogue-me

Toquei a solidão
em seu ventre desejando não acordar
voar sob a pele
ao tocar minha sede suas mãos adormecem

Tantas sombras na minha alma
tantas noites que me abraçam
ouve-me que o céu sangra
e de seu sangue creio que te dou
e esta noite quero te ver
mesmo que seja dentro de mim
creio que ainda te lembras
que fui eu quem disse chega
chega de me amarrar ao trovão
chega de queimar seus sonhos
não restam mais tempestades
desejo seu é meu desejo
e ao rir você sangra a essência
que desfaz meu lamento
lembre-se que ninguém espera
ódio em seus olhos, princesa

E em segredo o bosque se inundava
donde vimos crescer aquela flor
te beijei e me imploraste que te amasse
rogue-me outra vez, outra vez

Composição: Dante Spinetta