
Dois Mil e Sete
Imperial TAFFUC
Esta é a história que vos conto
Do Mondego e suas glórias
Nesta tão bela ainda capital
Nasceu a tuna imperial
Com a alegria da idade
A tocar belas cantigas
Morrer de amor e de saudade
A cantar às raparigas
Lá vai a tuna (é a TAFFUC)
Venham espreitar, (é a TAFFUC)
Pela cidade, ver-nos cantar
Cá vai a tuna (é a TAFFUC)
Passando assim, (é a TAFFUC)
Uma alegria, que não tem fim
Num dia em que o Sol raiava
Ao tocar da velha cabra
Um eco se ouviu soar
Era farmácia a triunfar
Quem nos vier aqui dizer
Que'esta alegria não se pega
Vão no momento esquecer
Qualquer (a) tristeza que carreguem
Lá vai a tuna (é a TAFFUC)
Venham espreitar, (é a TAFFUC)
Pela cidade, ver-nos cantar
Cá vai a tuna (é a TAFFUC)
Passando assim, (é a TAFFUC)
Uma alegria, que não tem fim
Lá vai a tuna (é a TAFFUC)
Venham espreitar, (é a TAFFUC)
Pela cidade, ver-nos cantar
Cá vai a tuna (é a TAFFUC)
Passando assim, (é a TAFFUC)
Uma alegria, que não tem fim (1, 2, e)
Lá vai a tuna (é a TAFFUC)
Venham espreitar, (é a TAFFUC)
Pela cidade, ver-nos cantar
Cá vai a tuna (é a TAFFUC)
Passando assim, (é a TAFFUC)
Uma alegria, que não tem fim



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