
Colher de Prata
Império Contra-Ataca!
Um parabéns para você logo às meia noite
Da noite seguinte do seu aniversário
Quando a rua se estende em uma avenida
Com stickers de bandas locais para todos os lados
Dignidade mantida tal como honra missionária
E as rugas marcadas na face de uma materialista
Que tanto critica o sabor de café com leite
Mas bebe da xícara com uma colher de prata em cima
As luzes não acendem elas piscam
Na cor do seu olhar escuro e solitário
Ela era meu carpe diem imperfeito
A cura da acne aos meus dezesseis anos e meio
Me fazia cosquinhas com rosas com espinhos a me arranhar
Marcando na minha pele o seu número de celular
Nossos poemas agora são lidos ao contrário
A sua boca sabor doce amargo do álcool
É difícil falar com meu peito apertado então
Encerro a conversa com um sorriso envergonhado
As luzes não acendem elas piscam
Me levando aos seus lábios tensionados
Ela era a aula extra dos fins de semana
Meu hino nacional tocado pelo nirvana
A morbidez do horário de verão
Mas na minha mente o sonho molhado do final do terceirão
Mas agora não quero te ver nem pintada de ouro
Se te ver na rua viro a esquina
Volto para casa não olho na cara
Deleto o seu contato e vapo



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