
A Feiticeira
Império DraKing
Eu surjo entre os troncos, onde a névoa respira
Eu surjo entre os troncos, onde a névoa respira
Com o saber das eras que nunca expira
Minha pele é marcada com runas do tempo
Minha alma é o eco do sagrado fundamento
Piso na terra e ela me sente chegar
O vento sussurra pra me saudar
Carrego o fogo em meu olhar ancestral
Sou a guardiã do ciclo elemental
Eu falo com a água, e ela dança pra mim
Ordeno trovões com meu canto sem fim
Minhas mãos moldam o ar em espirais
E os segredos da floresta me seguem leais
Me chamam de bruxa, de maga, de guia
Mas sou a voz viva da antiga harmonia
Do meu ventre nasce a vibração sagrada
Minha presença é a energia enraizada
Não peço licença, eu desperto o poder!
Não imploro, eu comando o saber!
O tempo me conhece, a história me teme
Eu sou a Feiticeira, que ninguém detém!
Sou eu, a que convoca os raios da criação!
Sou eu, que tece os véus da transformação!
Sou eu, a que canta com a voz do trovão!
Sou eu, a que guia os passos da evolução!
Minhas palavras são lâminas que cortam o tecido da ilusão
Faço da floresta meu lar, minha lâmina, minha invocação
Quando o tambor da terra vibra, minha alma se expande e floresce
E no espelho da Lua, minha verdade brilha e nunca se esquece
No círculo de pedra eu giro as chamas
Minhas palavras inflamam o que o mundo chama
Com folhas e cinzas eu crio a visão
Rasgo o véu com minha invocação
Minha alma é ponte entre o céu e a raiz
Meus ossos vibram com o que nunca se diz
Do barro ao cosmos, tudo me ouve
Pois sou a feiticeira que tudo move
Eu sou a memória do que foi esquecido
O pulso do mundo, o sussurro infinito
Faço do silêncio meu canto mais forte
E da morte, apenas uma outra sorte
Cada elemento dança ao meu sinal
Pois conheço os nomes do verbo original
Entre as estrelas ou sob o cipó
Sou a chama viva do que nunca será pó
Não peço licença, eu desperto o poder!
Não imploro, eu comando o saber!
O tempo me conhece, a história me teme
Eu sou a Feiticeira, que ninguém detém!
Sou eu, a que convoca os raios da criação!
Sou eu, que tece os véus da transformação!
Sou eu, a que canta com a voz do trovão!
Sou eu, a que guia os passos da evolução!
Minhas palavras são lâminas que cortam o tecido da ilusão
Faço da floresta meu lar, minha lâmina, minha invocação
Quando o tambor da terra vibra, minha alma se expande e floresce
E no espelho da Lua, minha verdade brilha e nunca se esquece



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