Stormkeeper
Reeling in the shadows, insanity concealed,
Stepping out in moonlight, bestiality revealed,
Blood stains on the ground,
Recall the screaming sound.
The rush that floods my mind,
Is craving for more...
Feeding off the hatred, that lies in humankind,
Oppression of the masses, reject it with a crime,
Deep inside my lair, Existence seems so bare,
Drowning in despair, gasping for some air,
Who could ever know?
The emptiness I feel
This voice keeps me alive
Through the hell I live, and...
Feel...
Don't you think that it's time?
Hiding from nothing
Cast my guilt into the sea
Stormkeeper will always be me.
Seeking for a victim, to exercise my might,
Searching for a prey, that will not last the night,
Mist as my disguise,
Demons as my guides,
Always by my side,
Slaughter 'till she...
Dies, to meet a violent death, equal to my pain,
I give what I receive in life, justice has been made,
Life and death are nought,
But states that have been taught,
To never match, but me,
I dwell in both, you see.
Who could ever know?
The emptiness I feel,
Without this voice I'm doomed,
To fall into decay,
Feel...
Don't you think that it's time?
Hiding from nothing
Cast my guilt into the sea
Stormkeeper will always be me
Lying corpse in my hands, bleeding endlessly
Frustration now rising, takes a hold of me,
What creature am I?
To kill when I decide,
The voice that saved my life,
Will take it with a knife
Feel,
Don't you think that it's time?
Hiding for nothing,
Cast my gilt into the sea,
Stormkeeper will no longer...
Feel...
Don't you think that it's time?
Hiding from nothing
Cast my guilt into the sea
Stormkeeper will always be me.
Guardião da Tempestade
Recuando nas sombras, a insanidade escondida,
Saindo à luz da lua, a bestialidade revelada,
Manchas de sangue no chão,
Lembro do grito em vão.
A pressa que invade minha mente,
Desejando por mais...
Alimentando o ódio, que existe na humanidade,
Opressão das massas, rejeito com um crime,
Lá no fundo do meu covil, a existência parece tão nua,
Afundando na desesperança, ofegante por um pouco de ar,
Quem poderia saber?
O vazio que eu sinto
Essa voz me mantém vivo
Através do inferno que vivo, e...
Sinta...
Você não acha que é hora?
Escondendo-se de nada
Jogue minha culpa no mar
Guardião da tempestade sempre serei eu.
Procurando uma vítima, para exercer meu poder,
Buscando uma presa, que não vai durar a noite,
Névoa como meu disfarce,
Demônios como meus guias,
Sempre ao meu lado,
Massacre até que ela...
Morra, para encontrar uma morte violenta, igual à minha dor,
Dou o que recebo na vida, a justiça foi feita,
Vida e morte não são nada,
Mas estados que foram ensinados,
Para nunca se igualar, exceto a mim,
Eu habito em ambos, você vê.
Quem poderia saber?
O vazio que eu sinto,
Sem essa voz estou condenado,
A cair na decadência,
Sinta...
Você não acha que é hora?
Escondendo-se de nada
Jogue minha culpa no mar
Guardião da tempestade sempre serei eu.
Cadáver caído em minhas mãos, sangrando sem parar
Frustração agora crescendo, toma conta de mim,
Que criatura sou eu?
Para matar quando decido,
A voz que salvou minha vida,
A levará com uma faca.
Sinta,
Você não acha que é hora?
Escondendo-se de nada,
Jogue minha culpa no mar,
Guardião da tempestade não será mais...
Sinta...
Você não acha que é hora?
Escondendo-se de nada
Jogue minha culpa no mar
Guardião da tempestade sempre serei eu.