This World Has No Heartbeat
In this nightmare there are no survivors;
every heart beats in vain.
No last words, no bullet proof ideas,
all of our hopes have been betrayed.
Now the world has lost its heart beat;
blank stares pass to the last cell
running towards the point of no return
without a pulse to bring her back.
Screaming to convince the
night that she is not alone,
but in this wind no words will carry.
An audience crowds her from afar
and beneath its dark breath
she is buried.
Gripping each moment
as it passes to the next,
visions of a final
sunset briefly light her closing eyes;
consuming the final flame
to briefly wash one last memory.
When I awoke this morning,
the world was a withering rose,
dried by the pretense of an
ignorance undying.
In the brilliance before the sunrise,
I saw a vision of the world
without a heartbeat,
and my gaze would not be taken.
We must mend our ways, lest
we become the shadows of a past forgotten.
I am no survivor; I am one of them.
Este Mundo Não Tem Batida
Neste pesadelo não há sobreviventes;
todo coração bate em vão.
Sem últimas palavras, sem ideias à prova de balas,
todas as nossas esperanças foram traídas.
Agora o mundo perdeu seu batimento;
olhares vazios vão para a última célula
correndo em direção ao ponto sem retorno
sem um pulso que a traga de volta.
Gritando para convencer a
noite de que ela não está sozinha,
mas neste vento nenhuma palavra vai ecoar.
Uma plateia a observa de longe
e sob seu hálito escuro
ela está enterrada.
Apertando cada momento
à medida que passa para o próximo,
visões de um último
pôr do sol iluminam brevemente seus olhos que se fecham;
consumindo a chama final
para lavar brevemente uma última memória.
Quando acordei esta manhã,
o mundo era uma rosa murcha,
secar pela pretensão de uma
ignorância que não morre.
Na luz antes do amanhecer,
eu vi uma visão do mundo
sem batida,
e meu olhar não se desviou.
Precisamos consertar nossos caminhos, senão
nos tornaremos as sombras de um passado esquecido.
Eu não sou um sobrevivente; eu sou um deles.