La Foret
In a quaint French restaurant
In a village at dark
Waitress sings, I picked a violet from my mothers grave.
In the streets the children play
Like the famed 18th century
And your flesh paces through the drifting leaves
I dont care that much for living
I dont care if its not right
I just want these gates to open
I dont mind
In a quaint French restaurant
In a village at dark
A fellow tempts his wife of twenty years
A fair and young Emma Bovary
Threads her hands where the senses dream
Still your flesh paces through the drifting leaves
Only you neednt know it now
Truly I wish not to say
That all men kill the only thing they love
I dont care if we just ravage
Lay waste to these great towers
Oh how our blood will pour down
But that doesnt sound nice to you
Waitress, cheque please.
A Floresta
Em um charmoso restaurante francês
Em uma vila à noite
A garçonete canta, eu peguei uma violeta do túmulo da minha mãe.
Nas ruas as crianças brincam
Como no famoso século 18
E sua carne avança pelas folhas que caem.
Eu não me importo muito com viver
Não me importo se não está certo
Eu só quero que esses portões se abram
Não me importo.
Em um charmoso restaurante francês
Em uma vila à noite
Um cara tenta seduzir sua esposa de vinte anos
Uma jovem e bela Emma Bovary
Entrelaça as mãos onde os sentidos sonham
Ainda sua carne avança pelas folhas que caem.
Só você não precisa saber agora
Na verdade, eu não quero dizer
Que todos os homens matam a única coisa que amam.
Eu não me importo se apenas devastamos
Destruímos essas grandes torres
Oh, como nosso sangue vai jorrar
Mas isso não soa bem para você.
Garçonete, a conta, por favor.