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Mãos pálidas

In Solitude

Pallid Hands

I saw a lover in those shadows
A fusion in the wake of death
That took its rear
In tracks of sanctity
Like bodies crushed
In piercing light

For we are theirs, and in its distance
There is a concord that demands
Even the slightest of all ventures
To shed the world
And go along

Four pallid hands
On a wounded back
Your shrines are open eyes
Formed in the junction of disruption
In trembling archs of bleeding doves
By pallid hands of inner murder
Caressing my cheek,
With profound smiles

Four pallid hands
On a wounded back
Your shrines are open eyes
In an empty room

When the chord of wound resounds
In everything
And the corpses turn inside
I know who comes

For a wounded back
Take the pallid hand
We are destroyed

Four pallid hands
On a wounded back
Your shrines are our open eyes
In an empty room

When the chord of wound resounds
In everything
And the corpses turn inside
I know that he comes

Mãos pálidas

Eu vi um amante nessas sombras
A fusão, na sequência da morte
Que teve sua traseira
Em faixas de santidade
Como corpos esmagados
À luz penetrante

Porque nós somos o deles e na sua distância
Há uma concordância que exige
Mesmo o menor de todos os empreendimentos
Para lançar o mundo
E ir junto

Quatro mãos pálidas
Em uma volta feridos
Seus santuários são os olhos abertos
Formou-se na junção de ruptura
Em trêmulas arcos de pombas sangramento
Pelas mãos pálidas de homicídio interior
Acariciando meu rosto,
Com sorrisos profundos

Quatro mãos pálidas
Em uma volta feridos
Seus santuários são os olhos abertos
Em uma sala vazia

Quando o acorde de ressoa ferida
Em tudo
E os cadáveres vire do avesso
Eu sei que vem

Para uma volta feridos
Tire a mão pálida
Estamos destruídos

Quatro mãos pálidas
Em uma volta feridos
Seus santuários são os nossos olhos abertos
Em uma sala vazia

Quando o acorde de ressoa ferida
Em tudo
E os cadáveres vire do avesso
Eu sei que ele vem