O Mendigo e o Mordomo
Índio Cachoeira e Cuitelinho
Em uma lata de lixo
Aquele pobre andarilho
Encontrou uma criança
Com os olhos já sem brilho
Mas ainda estava viva
Precisando de auxílio
Carregando-a em seus braços
Ele saiu passo a passo
Foi quando aquele ricaço
Perguntou se era seu filho
Seu doutor, a minha esposa
Ao lhe dar a luz morreu
Eu não tenho condições
Pra cuidar do filho meu
O ricaço prontamente
A criança recolheu
Num gesto de bom amigo
Ofereceu seu abrigo
Levou também o mendigo
Que até emprego lhe deu
O mendigo virou mordomo
De grande capacidade
O menino cresceu depressa
Já estava na faculdade
O casal só tinha uma filha
A rainha da maldade
Por motivos pessoais
Por preconceitos morais
Odiava aquele rapaz
Tão cheio de lealdade
Depois que os velhos morreram
Ela fez um reboliço
Expulsou o rapaz de casa
Assumindo os compromisso
O mordomo entrou em cena
Desmascarou seu capricho
O teu fim é na cadeia
O moço que tanto odeia
Traz o teu sangue nas veias
Mas você jogou no lixo



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