Una Rata Muerta en los Geranios
Con un soplo vacío mi boca
Es tarde en la noche
Y no puedo dormir.
Silenciosa mi risa está oscura,
Domina mis labios, me obliga a mentir.
Niebla cubre el parque,
Ponen un velo que quita vida
Y da ilusión.
Necesito de algun paraíso
Que obligue a mi cuerpo a jugar con vos
Aunque estoy atado a tus diabluras
Sabés que estoy siempre a favor del adiós.
Perros, como fantasmas que nos rodean
En la neblina al caminar.
La belleza es siempre temible
Y se hace difícil poder soportar,
Cuando vas de un silencio a otro
Cubriendo tus ojos con mi soledad.
Nubes que son sospechas,
Mientras me llegan perfumes de la tempestad
Las ves.
Uma Rata Morta nos Gerânios
Com um sopro vazio na boca
É tarde da noite
E não consigo dormir.
Silenciosa, minha risada está escura,
Domina meus lábios, me obriga a mentir.
Névoa cobre o parque,
Colocam um véu que tira a vida
E traz ilusão.
Preciso de algum paraíso
Que faça meu corpo brincar com você
Mesmo que eu esteja preso às suas travessuras
Você sabe que estou sempre a favor do adeus.
Cães, como fantasmas que nos cercam
Na névoa ao caminhar.
A beleza é sempre temível
E se torna difícil suportar,
Quando você vai de um silêncio a outro
Cobrir seus olhos com minha solidão.
Nuvens que são desconfianças,
Enquanto chegam até mim perfumes da tempestade
Você as vê.