Vidas Clandestinas
Vidas Clandestinas
Tengo que dejar esta vida clandestina
plagada de tormentos, cargada de rutinas,
que enturbia mi cerebro, desgasta mi saliva,
me cambia los esquemas, se bebe mi energía...
Noches en vela, días que se oxidan,
bailes en la barra, copas ya vacías.
Las seis de la mañana, las luces encendidas,
y ya sólo me queda el olor a nicotina...
Necesito otro punto de partida,
que me aclare y me cure las heridas...
Na ra na na na na ra... miro hacia atrás,
Na ra na na na na ra... puedo esperar,
Na ra na na na na ra... para cambiar,
aún tengo meses, días, años, lustros y mentiras...
Na ra na na na na ra... qué más me da,
Na ra na na na na ra... si la verdad,
Na ra na na na na ra... es que quizá
por más que me lo digan, yo seré un bala perdida...
Debo renunciar a mis vicios y manías,
centrarme en mi carrera, dejar las tonterías,
pero es que no he encontrado la forma todavía
de hacer que mis defectos padezcan y se rindan...
Y hoy como siempre, sin tu compañía,
ciego por las calles, rumbo a la deriva,
lamento mi pasado, me quejo en las esquinas
y busco como puedo una vía de salida...
Necesito otro punto de partida
que me aclare y me cure las heridas...
Na ra na na na na ra....
Vidas Clandestinas
Vidas Clandestinas
Tenho que deixar essa vida clandestina
cheia de tormentos, carregada de rotinas,
que turva meu cérebro, desgasta minha saliva,
muda meus esquemas, consome minha energia...
Noites em claro, dias que se oxidam,
danças no bar, copos já vazios.
Seis da manhã, as luzes acesas,
e já só me resta o cheiro de nicotina...
Preciso de outro ponto de partida,
que me clareie e cure as feridas...
Na ra na na na na ra... olho pra trás,
Na ra na na na na ra... posso esperar,
Na ra na na na na ra... pra mudar,
ainda tenho meses, dias, anos, lustros e mentiras...
Na ra na na na na ra... que mais me dá,
Na ra na na na na ra... se a verdade,
Na ra na na na na ra... é que talvez
por mais que me digam, eu serei uma bala perdida...
Devo renunciar aos meus vícios e manias,
me concentrar na minha carreira, deixar as besteiras,
mas é que ainda não encontrei a forma
de fazer com que meus defeitos sofram e se rendam...
E hoje como sempre, sem sua companhia,
cego pelas ruas, à deriva,
lamento meu passado, me queixo nas esquinas
e busco como posso uma saída...
Preciso de outro ponto de partida
que me clareie e cure as feridas...
Na ra na na na na ra....