Atonement Denied
Forever lost between Heaven and Hell
These aching bones yearn for rest eternal
The face in which you place your faith
The savior crowned in thorns
Uttered the words by which my curse was born
The last of my bloodline
I watched them wither
Their faces and graves forgotten in time
My presence is a blight that stirs sickness and ruination
Leaving me naught but quiet desperation
Choking on the sands of time
For days I swung
Death defying a grim pendulum
To live is to languish
Forever lost between Heaven and Hell
These aching bones yearn for rest eternal
The face in which you place your faith
The savior crowned in thorns
Uttered the words by which my curse was born
Undying anathema
Atonement denied
Abhorred by the sanctified
Choking on the sands of time
Forced through the endless march of ages
Forever lost between Heaven and Hell
The face in which you place your faith
The savior crowned in thorns
Uttered the words by which my curse was born
Kingdoms rise and crumble to dust
Fading to nameless nothingness
With hollow ache I watch them take mortality for granted
Shortsighted, divided, they revel in sin
And the madness that seeps from the minds of men
Through ceaseless centuries I persist
Questless and restless
When I break from waking delirium
Visitants crawl from death's dominion
Whispering psalms of grief
Carving tales of misdeeds into my marrow
Forlorn, forsaken
I pray for the reaper's scythe
Condemned to purgatory
Forever lost between Heaven and Hell
These aching bones yearn for rest eternal
The face in which you place your faith
The savior crowned in thorns
Uttered the words by which my curse was born
My curse was born
When merciful death takes me to the other side
At the gates of Heaven I'll be denied
When merciful death takes me to the other side
At the gates of Heaven I'll be denied
I'll be denied
Redenção Negada
Perdido pra sempre entre o Céu e o Inferno
Esses ossos doloridos anseiam por descanso eterno
O rosto em que você deposita sua fé
O salvador coroado de espinhos
Proferiu as palavras pelas quais minha maldição nasceu
O último da minha linhagem
Eu os vi murchar
Seus rostos e sepulturas esquecidos no tempo
Minha presença é uma praga que provoca doença e ruína
Deixando-me nada além de uma desesperança silenciosa
Engasgando nas areias do tempo
Por dias eu oscilei
Desafiando a morte com um grimório pendular
Viver é padecer
Perdido pra sempre entre o Céu e o Inferno
Esses ossos doloridos anseiam por descanso eterno
O rosto em que você deposita sua fé
O salvador coroado de espinhos
Proferiu as palavras pelas quais minha maldição nasceu
Anátema indestrutível
Redenção negada
Abominado pelos santificados
Engasgando nas areias do tempo
Forçado pela marcha sem fim das eras
Perdido pra sempre entre o Céu e o Inferno
O rosto em que você deposita sua fé
O salvador coroado de espinhos
Proferiu as palavras pelas quais minha maldição nasceu
Reinos surgem e se desintegram em pó
Desvanecendo em um nada sem nome
Com uma dor oca eu os vejo levar a mortalidade como garantida
Miopes, divididos, eles se deleitam no pecado
E na loucura que vaza das mentes dos homens
Através de séculos incessantes eu persisto
Sem busca e inquieto
Quando eu romper com o delírio do despertar
Visitantes rastejam do domínio da morte
Sussurrando salmos de luto
Esculpindo contos de transgressões na minha medula
Desolado, abandonado
Eu rezo pela foice do ceifador
Condenado ao purgatório
Perdido pra sempre entre o Céu e o Inferno
Esses ossos doloridos anseiam por descanso eterno
O rosto em que você deposita sua fé
O salvador coroado de espinhos
Proferiu as palavras pelas quais minha maldição nasceu
Minha maldição nasceu
Quando a morte misericordiosa me levar para o outro lado
Nas portas do Céu eu serei negado
Quando a morte misericordiosa me levar para o outro lado
Nas portas do Céu eu serei negado
Eu serei negado