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Leminski (Estrelas no Mar)

Infinita Madrugada

Quem dera ser poeta
Como Paulo Leminski
Só pra eu poder te contar melhor
Sobre aquela noite em que eu te conheci

E mesmo escrevendo tão mal
Eu continuo, sim, a te escrever
Eu não preciso de motivo, afinal
Escrevo pra valer a pena viver

E conforme as noites vão passando
As folhas do meu caderno vão se acabando
E mesmo que o infinito me esqueça
Eu me perco, toda noite, na ponta da caneta

Ah, eu não vou parar
Escrevo por que anoitece
E o céu se esquece que ainda
Há estrelas no mar

Ah, eu não posso parar
Escrevo por que amanhece
E o mundo não percebe que ainda
Vale a pena amar

A minha máquina de escrever
Já sabe tanto sobre mim
Depois meus sonhos aos meus pecados
Espero que continue assim

Já é hora de deitar
O Sol já vai nascer
E mesmo que tenha um ponto final
Eu não me canso de te escrever

Ah, eu não vou parar
Escrevo por que anoitece
E o céu se esquece que ainda
Há estrelas no mar

Ah, eu não posso parar
Escrevo por que amanhece
E o mundo não percebe que ainda
Vale a pena amar

Vale a pena amar
Somos estrelas no mar
Somos estrelas no mar
Somos estrelas no mar

Composição: Lucas Pessoa, Bruno Miranda, Thiago Bernard, Ivens Garcia. Essa informação está errada? Nos avise.

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