Tradução gerada automaticamente
Waters Of Rebirth
Ingurgitating Oblivion
Waters Of Rebirth
Fade from stasis Into disgust, misery
And the cold light of dawn
My body breaks to blossoms blooming
The flowers of filth
Entangling roots winding deeper
Enter the womb… wound
Become the festering flesh of mother earth
Sinking deeper the remains
Touching the bitter waters of rebirth
That which is left, leaving
Descend to the inmost darkness itself and beyond,
Become the festering flesh of mother earth
Touching the bitter waters of rebirth
Crawling further towards the promise of an end
Exhale the soul and putrify
Flesh and spirit parting ways
Destination emptiness
Where all creation resonates
Reunite with the current that streams below
Out Into the all-embracing vastness dark…
Exhale the soul and putrify Flesh and spirit parting ways
Destination emptiness Where all creation resonates
Thoughts arise
Like clouds of flies
From my corpse on which they dine
A swarming mass
As memories scream
Raving of the final dream
Escape the vicious ways
Into the waves
Permeate the sea of fate
Reunite with the current
That streams below
Dissolve within the pulse
Throbbing perpetually… in eternity
Lest the call of resurrection
Awakens us and we drown
Águas do Renascimento
Desvanecer da estase
Para o nojo, a miséria
E a luz fria da aurora
Meu corpo se quebra em flores que brotam
As flores da sujeira
Raízes entrelaçadas se aprofundando
Entrar no útero… ferida
Tornar-se a carne podre da mãe terra
Afundando mais fundo os restos
Tocando as águas amargas do renascimento
Aquilo que ficou, partindo
Descer à escuridão mais profunda e além,
Tornar-se a carne podre da mãe terra
Tocando as águas amargas do renascimento
Rastejando mais em direção à promessa de um fim
Exalar a alma e apodrecer
Carne e espírito se separando
Destino: vazio
Onde toda a criação ressoa
Reunir-se com a corrente que flui abaixo
Para fora na vastidão escura que abraça tudo…
Exalar a alma e apodrecer
Carne e espírito se separando
Destino: vazio
Onde toda a criação ressoa
Pensamentos surgem
Como nuvens de moscas
Do meu cadáver no qual se alimentam
Uma massa enxameante
Enquanto memórias gritam
Frenéticas do sonho final
Escapar dos caminhos viciosos
Para dentro das ondas
Permeando o mar do destino
Reunir-se com a corrente
Que flui abaixo
Dissolver-se dentro do pulso
Batendo perpetuamente… na eternidade
Para que o chamado da ressurreição
Nos desperte e nos afogue



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