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O Santuário Interior

Inner Shrine

The Inner Shrine

Portae Templi pandunt
Magnum cum splendore et potentia,
Vis exit ex animo
Gloriae alta virtus

Corruptio ex malo fugit
Non Velum verecundiae iam est,
Nudus contra nostra foeditate
A fronte luce pauper.

"Our mortal nature is dying
Burnt in the light's gentle embrace
Our flesh a empty veil of what has been

The stars are cradle of our newborn life
Red suns heat the soul in my heart
Pale moons are lost forever

No more nocturnal worlds will entangle
Lover's souls in a dark embrace of mortality"

Portae Templi pandunt
Magnum cum splendore et potentia,
Vis exit ex animo
Gloriae alta virtus

Corruptio ex malo fugit
Non Velum verecundiae iam est...

Humana laetitia deleta
Dolor nom iam
Taetra Mors hominem non manent
Umbra vitae pallida
Amor amissus vanus
Novi Amoris amantur Omnia

Portae Templi cladunt
Novae vi accensae
Fatum cedit locum
Novis Natis

O Santuário Interior

As portas do templo se abrem
Com grande esplendor e poder,
A força sai da alma
A alta virtude da glória.

A corrupção foge do mal
Não há mais véu de vergonha,
Nus contra nossa feiura
À luz da pobreza.

"Nossa natureza mortal está morrendo
Queimada no suave abraço da luz
Nossa carne é um véu vazio do que foi.

As estrelas são o berço de nossa nova vida
Sóis vermelhos aquecem a alma no meu coração
Luas pálidas estão perdidas para sempre.

Não mais mundos noturnos se entrelaçarão
As almas dos amantes em um abraço escuro da mortalidade."

As portas do templo se abrem
Com grande esplendor e poder,
A força sai da alma
A alta virtude da glória.

A corrupção foge do mal
Não há mais véu de vergonha...

A alegria humana foi destruída
A dor não mais
A morte horrenda não retém o homem
A sombra da vida é pálida
O amor perdido é vão
O novo amor ama tudo.

As portas do templo se fecham
Novas forças acesas
O destino cede lugar
Aos novos nascidos.

Composição: Inner Shrine