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Meu cavalo pobre

Los Invasores de Nuevo León

Mi caballo pobre

Mi caballo pobre al igual que su dueño,
inquieto esperaba, que salieras tu.
Tu vestido limpio y mi ropa empolvada,
asian un contraste muy poco comun.

A mis veinte años,tu tenias quince,
sabia que me dabas el mas puro amor.
Tu eras una virgen, y yo un pobre diablo,
que pasava el dia en aquella labor.

A esperar mis manos, y tu piel tan fina,
en mis brazos fuertes te pude dormir.
Como he de olvidar de tus besos de niña,
los que yo tenia, nomas para mi.

Pero el tiempo pasa, y la gente cambia,
vino un perfumado y me robo tu amor.
Aventaste al suelo mi amor tan honrado,
porque te encontraste un partido mejor.

Senti mi pobresa y mire mi caballo,
su montura vieja y sus ojos cansados.
Decidi marcharme y deje mi tierra,
jinete y caballo no fuimos llorando.

A esperar mis manos, y tu piel tan fina,
en mis brazos fuertes te pude dormir.
Como he de olvidar de tus besos de niña,
los que yo tenia, nomas para mi.

Meu cavalo pobre

Meu cavalo pobre, assim como seu dono,
ansioso esperava, que você saísse.
Seu vestido limpo e minha roupa empoeirada,
formavam um contraste bem incomum.

Aos meus vinte anos, você tinha quinze,
sabia que me dava o amor mais puro.
Você era uma virgem, e eu um pobre diabo,
que passava o dia naquela labuta.

A esperar minhas mãos, e sua pele tão fina,
nos meus braços fortes, consegui te fazer dormir.
Como vou esquecer seus beijos de menina,
que eu tinha só pra mim.

Mas o tempo passa, e as pessoas mudam,
veio um perfumado e me roubou seu amor.
Jogou no chão meu amor tão honrado,
porque encontrou um partido melhor.

Senti minha pobreza e olhei meu cavalo,
sua sela velha e seus olhos cansados.
Decidi partir e deixei minha terra,
jinete e cavalo não fomos chorando.

A esperar minhas mãos, e sua pele tão fina,
nos meus braços fortes, consegui te fazer dormir.
Como vou esquecer seus beijos de menina,
que eu tinha só pra mim.

Composição: Eduardo Mora