Failure In The Process Of Identifying A Dream
shadows are finally freed to hover... the wintry landscape,
apart from their mated-masters,
they seem serene has they dance childishly.
has for my soul... it is floating over some greyish magenta,
watching me losing conscience from a good distance...
solaris is dimly shinning,
and is desperately trying to pierce the pale wall of mist, blurring his vision.
I cannot exactly describe this weariness in which I am drowning,
yes... it is possibly the darkest day that I've ever experienced.
yet misery don't seem so heavy anymore,
it seems more or less constant and relentless?
sorrow slips over me like rain usually does on soft skin...
cold as marble stone.
I'm overwhelmed by this sudden state of neutrality... of weightlessness.
I am lost trough an emptied heaven...
I sense that I am no longer alone in my foreign journey,
around me they swirl silently, those little aerial beings.
little angels of demise whispering music to my hear, exquisite yet inaudible.
I cannot understand a thing of what they're saying.
silence is the beauty that I behold, profound has an eternal slumber,
holding the strangest of dreams.
blindly I follow, for I am simply drugged by their livid smile.
I cannot stop... not now, so close...
(to the unknown) frost is gradually spreading trough my veins,
and toward my darkened heart,
crystallizing my blood after its passage...
luring me far away from what I might have once called: home...
those little spirits are slowly killing me, with purity.
I know now that they want me to die an horrible death,
has much has anyone else.
and frankly, I don't really care anymore...
Fracasso no Processo de Identificação de um Sonho
as sombras finalmente se libertam para pairar... a paisagem invernal,
longe de seus mestres acoplados,
elas parecem serenas enquanto dançam como crianças.
quanto à minha alma... ela flutua sobre um magenta acinzentado,
me observando perder a consciência de uma boa distância...
o sol está fracamente brilhando,
e tenta desesperadamente atravessar a pálida parede de névoa, embaçando sua visão.
Não consigo descrever exatamente essa fadiga na qual estou afundando,
sim... possivelmente é o dia mais sombrio que já experimentei.
mas a miséria não parece tão pesada assim,
parece mais ou menos constante e implacável?
tristeza escorrega sobre mim como a chuva costuma fazer na pele suave...
fria como pedra de mármore.
Estou sobrecarregado por esse súbito estado de neutralidade... de leveza.
Estou perdido em um céu vazio...
sinto que não estou mais sozinho na minha jornada estranha,
à minha volta eles giram silenciosamente, aqueles pequenos seres aéreos.
pequenos anjos da morte sussurrando música ao meu ouvido, requintada, mas inaudível.
Não consigo entender nada do que estão dizendo.
silêncio é a beleza que contemplo, profundo como um sono eterno,
guardando os sonhos mais estranhos.
cego, sigo adiante, pois estou simplesmente drogado pelo sorriso lívido deles.
Não posso parar... não agora, tão perto...
(para o desconhecido) o frio está se espalhando gradualmente pelas minhas veias,
e em direção ao meu coração escurecido,
cristalizando meu sangue após sua passagem...
me atraindo para longe do que eu poderia ter chamado: lar...
esses pequenos espíritos estão lentamente me matando, com pureza.
Agora sei que eles querem que eu morra uma morte horrível,
assim como qualquer outra pessoa.
e, francamente, não me importo mais...