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Elegia de Vínculo

Iotunn

Kinship Elegiac

I've known you for so long
And never saw cause for alarm
Recall our childhood song
An oath to never lay down arms

I feel a coming end
It's as if I see through it all

Now, would you know if I was gone?
An epoch of brothers dissolves
To leave you is a sin
For my own story, forced to begin

I see you here
But you're so far away
So far

Understanding the lines drawn for our limiting
Inspires blind conformity and fuels rebellion equally

Faster now
Ride the wires
Seek what lies beyond
Your words like choir
Cast a spear
Through the ceiling
Leave that hand behind
That pulls back on the dream
Would I hide my eyes?
Would you know my face if I was dreaming of the years to come?
Your spirit unaligned with choice of fervor

As for now
Still my fire
Fear the thoughts that come
When ardour's breath grows tired
Hold the spear
Trust your feelings
Burn with gentle song
To oceansize my heart

The woods call on me
In their depths there is a vague light leading
Painting the ragged shapes of crooked beings that spring from odious groves

Upon my gathering of Sun-faded blooms
I came upon a failed goddess, decrying her shame
Lost that feeling of a world beyond today
Without heart to guide I know you've nothing left to say

Upon my offering of wilted herb and moss
The deity sprang forth with spite and curse into the glade, dying
I've had visions where the night had come to stay
I could be mistaken and see bright skies return one day

The woods expel me
On the edge stands the ghost of my bleeding
But I've planted my seed
Of objection to set us free

I've known you so long
I know that you never belonged
I've watched you never change
All alone with the same sad song
You've seen the coming end
In any case seen through it all
I was blind to what you saw
Caught in my last failing cry
Lost in the night's howling wind
And crashing shadows, you left me
Pushed by the forces of your own abandonment
You left me, you left me

Elegia de Vínculo

Eu te conheço há tanto tempo
E nunca vi motivo pra alarme
Lembro da nossa canção de infância
Um juramento de nunca baixar as armas

Sinto que o fim está chegando
É como se eu visse tudo isso

Agora, você saberia se eu tivesse ido?
Uma época de irmãos se dissolve
Te deixar é um pecado
Pra minha própria história, forçada a começar

Eu te vejo aqui
Mas você está tão longe
Tão longe

Entender as linhas que nos limitam
Inspira conformidade cega e alimenta a rebelião igualmente

Mais rápido agora
Cavaleiro dos fios
Busque o que está além
Suas palavras como um coro
Lance uma lança
Através do teto
Deixe essa mão pra trás
Que puxa de volta o sonho
Eu esconderia meus olhos?
Você saberia meu rosto se eu estivesse sonhando com os anos que virão?
Seu espírito desalinhado com a escolha da paixão

Por agora
Acalme meu fogo
Tema os pensamentos que vêm
Quando o fôlego da paixão se cansa
Segure a lança
Confie em seus sentimentos
Queime com uma canção suave
Para ampliar meu coração

As florestas me chamam
Em suas profundezas há uma luz vaga guiando
Pintando as formas desgastadas de seres tortos que brotam de bosques odiosos

Ao reunir flores desbotadas pelo sol
Encontrei uma deusa falida, lamentando sua vergonha
Perdi a sensação de um mundo além de hoje
Sem coração pra guiar, sei que você não tem mais nada a dizer

Ao oferecer ervas murchas e musgo
A divindade surgiu com desprezo e maldição na clareira, morrendo
Tive visões onde a noite veio pra ficar
Posso estar enganado e ver céus brilhantes voltarem um dia

As florestas me expulsam
Na borda está o fantasma do meu sangrar
Mas plantei minha semente
De objeção pra nos libertar

Eu te conheço há tanto tempo
Sei que você nunca pertenceu
Eu te vi nunca mudar
Sozinho com a mesma canção triste
Você viu o fim chegando
De qualquer forma, viu tudo isso
Eu estava cego para o que você viu
Pegos no meu último grito falho
Perdido no uivar do vento da noite
E nas sombras que se chocam, você me deixou
Empurrado pelas forças do seu próprio abandono
Você me deixou, você me deixou