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liberdade

Iratxo

Libertad

Se sigue girando, a pesar del viento en contra
A pesar de llevar las manos rotas
De golpear el cuero echo con la piel del desierto
De no dejar, ni un solo momento respirar

Se sigue mordiendo la mano del amo
A pesar del yunque, que no deja andar
Y del olvido nacen los puños cerrados
Y el no dejar de gritar, ni un solo momento

Siempre hay sol en este cuento
Siempre hay vida en este lamento
Siempre hay agua aunque este dentro
Siempre sonrisas que echan de menos
Su libertad

Se sigue girando a pesar del cielo en contra
A pesar de la tierra y todas sus normas
Se hacen añicos las fronteras del desierto
Que se tiran siempre a base de soplar

Se sigue jugando con cartas marcadas
Con el dado trucado, para ganar
Y su bandera nunca para de ondear
Para no dejar que el olvido se haga mas fuerte

Siempre hay sol en este cuento
Siempre hay vida en este lamento
Siempre hay agua aunque este dentro
Siempre sonrisas que echan de menos
Su libertad

liberdade

Ele continua a girar, apesar do vento contrário
Apesar de ter mãos quebradas
Bata no deserto eco pele de couro
Para não deixar, mesmo por um momento para respirar

Ele ainda está mordendo a mão do mestre
Apesar de a bigorna, que não se deixar ir
E do esquecimento nascido punhos cerrados
E ele não parar de gritar, mesmo por um momento

Há sempre luz do sol nesta história
Há sempre a vida neste lamento
Há sempre água, embora esta em
Sempre sorri falta
sua liberdade

Ele continua, apesar da virada de encontro ao céu
Embora a terra e todas as suas regras
fronteiras do deserto são quebrados
Isso é sempre jogado fundindo

Ele ainda está jogando com cartas marcadas
Com os dados carregados para ganhar
E sua acena a bandeira não pára
Para não deixar que o esquecimento se tornar mais forte

Há sempre luz do sol nesta história
Há sempre a vida neste lamento
Há sempre água, embora esta em
Sempre sorri falta
sua liberdade

Composição: