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22 Primaveras Tenho

Isabel Pantoja

22 Abriles Tengo

Soy sevillana
Soy sevillana de nacimiento
En mi cantares traigo alegría
Y lo mismito canto por tiento
Que por fandango y bulería
No me salgo de la raya
Ni de mi forma de ser
Y vaya por donde vaya
Siempre me dicen ole

Ay lengua corre ve y dile
Que hablan de mi antigua edad
Tengo 22 abriles, 22 abriles
¿es envidia o caridad?

Mi copla dicen sentencia
Hablan de celos y amores
Mi copla tienen vivencia
De gozo y de sin sabores
Canto, canto a la risa de un niño
Y al alma de una mujer
Canto, canto la cruz de un cariño
Que me trae a mal traer
Mi copla tienen vitola
No desprecia a los extranjeros
Ma como soy española
Española
Por españa vivo y muero
Por españa vivo y muero.

Donde va niña
Donde va niña con ese pelo
Y ese gran moño de picaporte
Le gusta al hombre que yo camelo
Y no hay cristiano que me lo corte
Tus volantes y vestidos
Ya no se llevan mujer
Lo llevo porque son mío
Y de sevilla y ole

Yo canto reja floria
Patio de sombra y luz
Yo canto a mi andalucía
A mi andalucía
Viva y viva lo andaluz

Mi copla dicen sentencia
Hablan de celos y amores
Mi copla tienen vivencia
De gozo y sin sabores
Canto, canto a la risa de un niño
Y al alma de una mujer
Canto, canto la cruz de un cariño
Que me trae a mal traer
Mi copla tienen vitola
No desprecia a los extranjeros
Ma como soy española
Española
Por españa vivo y muero
Por españa vivo y muero

22 Primaveras Tenho

Sou sevillana
Sou sevillana de nascimento
Nos meus cantos trago alegria
E canto do mesmo jeito por tiento
Que por fandango e buleria
Não saio da linha
Nem do meu jeito de ser
E onde quer que eu vá
Sempre me dizem "olé"

Ai língua, corre e diz
Que falam da minha idade antiga
Tenho 22 primaveras, 22 primaveras
É inveja ou caridade?

Minha canção dizem que é sentença
Falam de ciúmes e amores
Minha canção tem vivência
De alegrias e de sabores amargos
Canto, canto à risada de uma criança
E à alma de uma mulher
Canto, canto a cruz de um carinho
Que me traz a mal trazer
Minha canção tem vitola
Não despreza os estrangeiros
Mas como sou espanhola
Espanhola
Por Espanha vivo e morro
Por Espanha vivo e morro.

Onde vai, menina
Onde vai, menina com esse cabelo
E esse grande coque de picaporte
Gosto do homem que eu encanto
E não há cristão que me corte
Teus babados e vestidos
Já não se usam, mulher
Eu uso porque são meus
E de Sevilha, e olé

Eu canto a grade florida
Pátio de sombra e luz
Eu canto à minha Andaluzia
À minha Andaluzia
Viva e viva o andaluz

Minha canção dizem que é sentença
Falam de ciúmes e amores
Minha canção tem vivência
De alegrias e sabores amargos
Canto, canto à risada de uma criança
E à alma de uma mulher
Canto, canto a cruz de um carinho
Que me traz a mal trazer
Minha canção tem vitola
Não despreza os estrangeiros
Mas como sou espanhola
Espanhola
Por Espanha vivo e morro
Por Espanha vivo e morro.

Composição: