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Francisco Alegre

Isabel Pantoja

Francisco Alegre

En los carteles han puesto un nombre
Que no lo quiero mirá:
Francisco alegre, y ole!
Francisco alegre, y olá!
La gente dise: vivan los hombres,
Cuando lo ven toreá
Yo estoy resando por e
Con la boquita serrá.
Desde la arena
Me dise: niña morena,
Por que me lloras
Carita de emperaora?
Dame tu risa, muje,
Que soy torero andalu
Y llevo ar cuello la cru de Jesú
Que me diste tu…

Francisco alegre, corasón mío,
Tiende su capa sobre la arena del redonde;
Francisco alegre tiene un vestío
Con un te quiero que entre suspiros yo le
Borde.
Torito bravo, no me lo mires de esa
Manera,
Deja que adorne tus rizos negros con su
Montera.
Torito noble, ten compasión,
Que entre bordaos,
Lleva enserrao,
Francisco alegre, y ole!
Mi corazón.

En mi ventana tengo un letrero
Pa\' que lo venga a mirá
Francisco alegre y ole!
Francisco alegre y olá!
En er que dise cuanto te quiero,
Pero que pena me dá…
Por curpa de otro queré
No nos podemos casá.
Desde la arena
Me dise: niña morena,
Quien te enamora,
Carita de emperaora?
Ya no te acuerdas, muje,
De este torero andalu
Que lleva al cuello la cru de Jesú
Que le diste tu.

Francisco alegre, corasón mío,
Tiende su capa sobre la arena del redonde;
Francisco alegre tiene un vestío
Con un te quiero que entre suspiros yo le
Borde.
Torito bravo, no me lo mires de esa
Manera,
Deja que adorne tus rizos negros con su
Montera.
Torito noble, ten compasión,
Que entre bordaos,
Lleva enserrao,
Francisco alegre, y ole!
Mi corazón

Francisco Alegre

Nos cartazes colocaram um nome
Que eu não quero olhar:
Francisco alegre, e olé!
Francisco alegre, e olá!
O povo diz: vivam os homens,
Quando o vêem tourear
Eu estou rezando por ele
Com a boquinha fechada.
Da areia
Ele me diz: menina morena,
Por que você chora
Carinha de imperadora?
Me dá seu sorriso, mulher,
Que sou toureiro andaluz
E levo no pescoço a cruz de Jesus
Que você me deu...

Francisco alegre, meu coração,
Estende sua capa sobre a areia da arena;
Francisco alegre tem um traje
Com um "eu te amo" que entre suspiros eu lhe
Bordei.
Touro bravo, não me olhe assim
Dessa maneira,
Deixa que eu adorne seus cachos negros com seu
Chapéu.
Touro nobre, tenha compaixão,
Que entre bordados,
Leva encerrado,
Francisco alegre, e olé!
Meu coração.

Na minha janela tenho um cartaz
Pra você vir olhar
Francisco alegre e olé!
Francisco alegre e olá!
Naquele que diz quanto te amo,
Mas que pena me dá...
Por culpa de outro querer
Não podemos nos casar.
Da areia
Ele me diz: menina morena,
Quem te enamora,
Carinha de imperadora?
Já não se lembra, mulher,
Desse toureiro andaluz
Que leva no pescoço a cruz de Jesus
Que você me deu.

Francisco alegre, meu coração,
Estende sua capa sobre a areia da arena;
Francisco alegre tem um traje
Com um "eu te amo" que entre suspiros eu lhe
Bordei.
Touro bravo, não me olhe assim
Dessa maneira,
Deixa que eu adorne seus cachos negros com seu
Chapéu.
Touro nobre, tenha compaixão,
Que entre bordados,
Leva encerrado,
Francisco alegre, e olé!
Meu coração.

Composição: Juan Carlos Quintero