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Callejinha Sem Saída

Isabel Pantoja

Callejuela Sin Salida

Había un anillo en tu mano
Cuando yo te conocí,
Por eso, serré los ojos
Al escucharte desí:
Serrana,
Yo te lo juro por la Gloria de mi mare
Si tu me quieres de vera,
No hay nadie que nos separe.
Y cuando tu mano, como una cadena
Fundida en la mía,
Pa' siempre quedó,
Sentí que tu anillo
Temblaba de pena,
Pero pa' se quena no tuve való.

Callejuela sin salía,
Donde yo vivo enserrá,
Con mi pena, mi alegría,
Mi mentira y mi verdá.
Me he perdido en la revuelta
De un sortija dorá.
Ni estoy viva, ni estoy muerta
Ni sortera, ni casá.
Y en mi calle sin salia,
Ya no puedo caminá,
Ni de noche, ni de día,
Ni p'alante, ni p'atrá.

El nombre que estaba escrito
Dentro del anillo aqué,
Vestío de Negro luto
Se nos vino a aparesé.
Serrano,
Dios te lo pague,
Así queria yo verte,
¡Vivan los hombres cabales!
Ya somos dos a quererte.
Y no hubo un reproche,
Ni grito, ni un llanto,
Porque aquél anillo tenia rasón,
Y yo que me muero de quererte tanto,
Te dije anda y cumple con tu obligasión.

Callejuela sin salía,
Donde yo vivo enserrá,
Con mi pena, mi alegría,
Mi mentira y mi verdá.
Me he perdido en la revuelta
De un sortija dorá.
Ni estoy viva, ni estoy muerta
Ni sortera, ni casá.
Y en mi calle sin salía,
Ya no puedo caminá,
Ni de noche, ni de día,
Ni p'alante, ni p'atrá.

La rason clavo mi puerta
No puedo entrá ni Salí
Ni estoy viva, ni estoy muerta
Ni contigo, ni sin ti.
Y en mi calle sin salía,
Ya no puedo caminá,
Ni de noche, ni de día,
Ni p'alante, ni p'atrá

Callejinha Sem Saída

Havia um anel na sua mão
Quando eu te conheci,
Por isso, fechei os olhos
Ao te ouvir dizer:
Serrana,
Eu te juro pela Glória da minha mãe
Se você me quer de verdade,
Ninguém vai nos separar.
E quando sua mão, como uma corrente
Fundida na minha,
Pra sempre ficou,
Senti que seu anel
Tremia de dor,
Mas pra se quebrar não tive valor.

Callejinha sem saída,
Onde eu vivo trancada,
Com minha dor, minha alegria,
Minha mentira e minha verdade.
Me perdi na confusão
De um anel dourado.
Nem estou viva, nem estou morta
Nem solteira, nem casada.
E na minha rua sem saída,
Já não posso andar,
Nem de noite, nem de dia,
Nem pra frente, nem pra trás.

O nome que estava escrito
Dentro daquele anel,
Vestido de luto negro
Veio nos aparecer.
Serrano,
Deus te pague,
Assim eu queria te ver,
Viva os homens de valor!
Já somos dois a te amar.
E não houve um reproche,
Nem grito, nem choro,
Porque aquele anel tinha razão,
E eu que morro de te amar tanto,
Te disse vai e cumpre sua obrigação.

Callejinha sem saída,
Onde eu vivo trancada,
Com minha dor, minha alegria,
Minha mentira e minha verdade.
Me perdi na confusão
De um anel dourado.
Nem estou viva, nem estou morta
Nem solteira, nem casada.
E na minha rua sem saída,
Já não posso andar,
Nem de noite, nem de dia,
Nem pra frente, nem pra trás.

A razão cravou minha porta
Não posso entrar nem sair
Nem estou viva, nem estou morta
Nem contigo, nem sem ti.
E na minha rua sem saída,
Já não posso andar,
Nem de noite, nem de dia,
Nem pra frente, nem pra trás.

Composição: