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Romance de Valentia

Isabel Pantoja

Letra

Romance de Coragem

Romance de Valentia

Era muito pouco na vidaEra mu poco en la vía
Tão pouco que não era nada,Tan poco que nada era,
Por não ter, não tinhaPor no tene no tenía
Nem mãe que o quisesse.Ni mare que lo quisiera.
Era um triste aficionado,Era un triste afisionao,
Que buscava a ocasiãoQue buscaba la ocasión
De deixar em um cercadoDe dejar en un cerrao
Frente a um touro o coração.Frente a un toro el corazón.
Romance de coragemRomance de valentía
Escrito com lua brancaEscrito con luna blanca
E graça da AndaluziaY gracia de Andalucía
Em campos de Salamanca.En campos de Salamanca.

Ataca, touro bonito,Embiste, toro bonito,
Ataca, por favor...Embiste, por caria…
Morrer não me importa nada,Morir se me importa un pito,
Pois ninguém ia chorar por mim.Pues nadie me iba a llora.
Aqui não tem praça, nem homem,Aquí no hay plaza, ni hombre,
Nem traje de tabaco e ouro.Ni traje tabaco y oro.
Aqui não tem praça, nem homemAquí no hay plaza, ni hombre
Que esteja diante de um touro.Que esta delante de un toro.
Ao me matar não se importe,En matarme no repare,
Te concedo até o perdão...Te concedo hasta el perdon…
E como não tenho mãe,Y como no tengo mare,
Que a Macarena me ampareLa macarena me ampare
Se me pendurar de um chifre.Si me cuelgas de un pitón.

Todas as noites pulavaTodas las noches saltaba
Sem medo a talanqueraSin miedo la talanquera
E a cara ou coroa se jogavaY a cara o cruz se jugaba
Ao touro a vida inteira.Al toro la vía entera.
Talvez fosse coloridoQuiza fuera colorao
O touro que o atacouEr bure que lo embistió
E mordendo seu ladoY mordiendo su costao
Mal ferido o deixou.Malherio lo dejo.
Romance de coragemRomance de valentía
Manchado com lua brancaTeñio con luna blanca
E sangue da AndaluziaY sangre de Andalucía
Em campos de Salamanca.En campos de Salamanca.

Adeus, praça de Sevilha,Adiós, plaza de Sevilla,
Nunca mais me verás,Ya nunca me habrás de ve,
Pisar sua areia amarela,Pisar tu arena amarilla,
Com tanto que sonhei,Con tanto que lo soñé,
Adeus, capote de seda,Adiós,capote de sea,
Que foste meu companheiro,Que fuiste mi compañero,
Morrer nesta brigaMorir en esta pelea
É coisa de bom toureiro.Es cosa de buen torero.
Já vestido de arameYa vestío de alambres
Não há de ver minha paixãoNo ha de verme la afision
E como não tenho mãe,Y como no tengo mare,
Que a Macarena me ampareLa macarena me ampare
E me dê sua bênção.Y me de su bendición.

E ali fiquei entre a fera,Y allí quedo entre al fiera,
Ninguém a viu cair,Ninguno la vio cae,
Ninguém rezou sequer?Nadie reso tan siquiera?
Nem um Pai Nosso por ele...Ni un Padre Nuestro por el…
Por ele nenhuma serranaPor el ninguna serrana
Chorou de luto vestida...Lloro de luto vestía…
Por ele nenhuma campanaPor el ninguna campana
Dobrou amanhecendo o dia.Doblo amaneciendo el día.
Mas em troca entre a tristezaPero en cambio entre asusena
E entre velas acesas,Y entre velas enrisa,
Em San Gil, a Macarena,En San Gil, la macarena,
Ai, como chorava de penaAy, si que lloraba de pena
Pela morte do rapaz.Por la muerte der chava


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