Wrath
Lying naked on a soaking wet shroud her fingers penetrate the earth
Screams drown in the patter of rain as the wind is laughing out loud
Listen to the angels'choir singing tones I'll never phrase
Sweetness prevails, though not for you
A sinner can't help his fall from Grace
Little girl with mud in the mouth how endearing to see you cry
Wish to kiss your lips and stroke your hair but I'm afraid you'll have to die
You beg your God to send me to hell
Oh you taste like dirt to me
A staggering icon stained with fear a docile puppet can never be free
How searing the gaze of resignation cannot close my eyes
Neither blood nor tears in all their splendour
can extinguish the cauterize
Burn from me the tempting shell until there's nothing left but...
Wrath from inside, drips down on you
arms wide open for whatever comes your way
Reign in a pool of dirt in which you'll drown, in which you'll rot
Arms wide open for whatever comes your way
It's in my hands to write tragedy in naked flesh
to pour into relief, glide through deepest fears
Like a serpent, passioned by life it takes
As your body rises and your eyes ask me why...
I realize that even the wrath of your God couldn't satisfy me more
Ira
Deitada nua em um manto encharcado, seus dedos penetram a terra
Gritos se afogam no tamborilar da chuva enquanto o vento ri alto
Escute o coro dos anjos cantando tons que nunca vou conseguir
A doçura prevalece, embora não para você
Um pecador não pode evitar sua queda da Graça
Menina com lama na boca, que adorável te ver chorar
Queria beijar seus lábios e acariciar seu cabelo, mas tenho medo de que você tenha que morrer
Você implora ao seu Deus para me mandar para o inferno
Oh, você tem gosto de terra para mim
Um ícone cambaleante manchado de medo, uma marionete dócil nunca pode ser livre
Quão ardente é o olhar da resignação, não consigo fechar os olhos
Nem sangue nem lágrimas em todo seu esplendor
podem extinguir a cauterização
Queime de mim a casca tentadora até que não reste nada além de...
Ira de dentro, goteja sobre você
braços abertos para o que vier pela frente
Reine em uma poça de lama na qual você vai se afogar, na qual você vai apodrecer
Braços abertos para o que vier pela frente
Está em minhas mãos escrever tragédia em carne nua
despejar em alívio, deslizar pelos medos mais profundos
Como uma serpente, apaixonada pela vida, ela toma
Enquanto seu corpo se ergue e seus olhos me perguntam por que...
Percebo que nem mesmo a ira do seu Deus poderia me satisfazer mais