Our Collapsed Cathedral
They said we built a sanctuary
With whispers on the floor
A kind of quiet gravity
I'd never known before
You were the hymn my heart would hum
When daylight disappeared
But now the stained glass cold and dumb
Holds every silent tear
And I still sweep the broken aisles
Where echoes hold your name
Our chapel, now in ruined styles
Just columns left of flame
What we consecrated, now decays
A fallen spire in a rusted sky
This devotion turned to disarray
An altar where the candles die
I light a match to see the walls
But shadows are the only things that rise
Our collapsed cathedral quietly falls
Behind my tired eyes
Behind my tired eyes
I trace the frescoes, cracked and old
Our vows in faded paint
The marble once was warm to hold
Now chilled with what it ain't
We wrote our psalms in hopeful hands
On parchment now grown thin
A theology of shifting sands
Let the slow collapse begin
And I still kneel on splintered wood
Where communion used to breathe
But the sacrament's not understood
By ghosts the walls bequeath
What we consecrated, now decays
A fallen spire in a rusted sky
This devotion turned to disarray
An altar where the candles die
I light a match to see the walls
But shadows are the only things that rise
Our collapsed cathedral quietly falls
Behind my tired eyes
Ours was not a spark that fled
It was a whole cosmology, undone
A universe inside a bed
Now cold beneath a sunless Sun
I wander through the nave of us
A pilgrim without prayer
Collecting sanctified dust
In this unholiest of air
And maybe ruin is a kind of grace
A slow unveiling of the bone
This hollowed, hallowed, empty space
Is where I go to be alone?
Our cathedral's just an outline now
A blueprint drawn in ash and rain
But even in its empty brow
I whisper your name
I whisper your name
Nossa Catedral Colapsada
Disseram que construímos um santuário
Com sussurros no chão
Uma gravidade silenciosa
Que eu nunca conheci antes
Você era o hino que meu coração cantava
Quando a luz do dia sumia
Mas agora o vitral frio e mudo
Guarda cada lágrima silenciosa
E eu ainda varro os corredores quebrados
Onde ecos guardam seu nome
Nossa capela, agora em estilos arruinados
Só colunas restaram em chamas
O que consagramos, agora se desfaz
Uma torre caída em um céu enferrujado
Essa devoção virou desordem
Um altar onde as velas morrem
Acendo um fósforo pra ver as paredes
Mas sombras são as únicas coisas que se levantam
Nossa catedral colapsada cai silenciosamente
Atrás dos meus olhos cansados
Atrás dos meus olhos cansados
Eu contorno os afrescos, rachados e velhos
Nossos votos em tinta desbotada
O mármore antes era quente ao toque
Agora gelado com o que não é
Escrevemos nossos salmos em mãos esperançosas
Em pergaminho agora fino
Uma teologia de areias movediças
Deixe o colapso lento começar
E eu ainda me ajoelho na madeira lascada
Onde a comunhão costumava respirar
Mas o sacramento não é compreendido
Por fantasmas que as paredes legam
O que consagramos, agora se desfaz
Uma torre caída em um céu enferrujado
Essa devoção virou desordem
Um altar onde as velas morrem
Acendo um fósforo pra ver as paredes
Mas sombras são as únicas coisas que se levantam
Nossa catedral colapsada cai silenciosamente
Atrás dos meus olhos cansados
O nosso não foi um estalo que fugiu
Era uma cosmologia inteira, desfeita
Um universo dentro de uma cama
Agora frio sob um Sol sem sol
Eu vagueio pela nave de nós
Um peregrino sem oração
Coletando poeira santificada
Neste ar dos mais profanos
E talvez a ruína seja uma espécie de graça
Uma revelação lenta do osso
Esse espaço oco, sagrado e vazio
É onde vou pra ficar sozinho?
Nossa catedral é só um contorno agora
Um esboço desenhado em cinzas e chuva
Mas mesmo em sua testa vazia
Eu sussurro seu nome
Eu sussurro seu nome