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Lei da Vida

Iván Giusti

Ley De Vida

Empieza
Cuántas veces me sentía solitario, aunque hubiese multitudes simulando otro retrato
Es que toda apariencia siempre engaña, ley de vida trascendida entre sueños de pirañas
No es quejarse porque el mundo sea cruel, sino abrir los ojos para no caer
Y ahora creo en esa frase que me dicen que los tontos siempre fueron más felices
Entendido, cambio y fuera, hoy me voy con los celos del pasado y del rencor
Cuántas veces buscando una princesa terminaba en la barra embriagándome en cervezas
No te culpo para nada, tenías ra zón, dimos todo lo que había en el corazón
Es efímero lo que vemos del amor, quizás no exista, tal vez sea una ilusión

Cuando te vayas, no sabrás si duró una eternidad, si te quería de verdad
Eso mismo no sabré hasta que vuelva a nacer, esto empieza a doler

Cuántas veces me sentía atrapado, sin recursos ni senderos, con los sueños destrozados
Tus silencios fueron tantos que me asfixiaron, inconcluso como todo lo que planeamos
Pero nunca te dije que me iría, sino que soñaba con hacerte mía
Tus fantasmas negaban lo que decía, trasformando mis palabras en mentiras
Sé que en otra dimensión una mujer me entiende, en un mundo tan utópico inexistente
Mientras sigan tus besos en mi mente, viviré como un idiota ineficiente
Es el momento de que baje el telón, con la obra más horrible que cupido presentó
Es por eso que no quiero otra relación, punto aparte, y a escribir otra canción

Lei da Vida

Começa
Quantas vezes me senti solitário, mesmo com multidões fingindo outro retrato
É que toda aparência sempre engana, lei da vida transcendida entre sonhos de piranhas
Não é reclamar porque o mundo é cruel, mas abrir os olhos pra não cair
E agora eu acredito naquela frase que me dizem que os tolos sempre foram mais felizes
Entendido, mudança e fora, hoje vou levar os ciúmes do passado e do rancor
Quantas vezes buscando uma princesa terminava na barra me embriagando em cervejas
Não te culpo em nada, você tinha razão, demos tudo que havia no coração
É efêmero o que vemos do amor, talvez não exista, talvez seja uma ilusão

Quando você for embora, não saberá se durou uma eternidade, se eu te amava de verdade
Isso mesmo eu não saberei até voltar a nascer, isso começa a doer

Quantas vezes me senti preso, sem recursos nem caminhos, com os sonhos despedaçados
Teus silêncios foram tantos que me asfixiaram, inconcluso como tudo que planejamos
Mas nunca te disse que iria embora, só que sonhava em te fazer minha
Teus fantasmas negavam o que eu dizia, transformando minhas palavras em mentiras
Sei que em outra dimensão uma mulher me entende, num mundo tão utópico inexistente
Enquanto seus beijos estiverem na minha mente, viverei como um idiota ineficiente
É hora de baixar o pano, com a obra mais horrível que o cupido apresentou
É por isso que não quero outro relacionamento, ponto final, e a escrever outra canção

Composição: Iván Giusti