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Nació Mi Poesía (part. Abelardo de La Espriella)
Iván Villazón
Nació Mi Poesía (part. Abelardo de La Espriella)
Nació mi poesía
Como las madrugadas en mi pueblo
Ardientes, puras y majestuosas
Mis versos viajeros y libres como el viento
Cual astro fugaz del firmamento, en la noche hermosa
Porque el folclor de mi valledupar
Donde el amor nace en mil corazones
Se eternizó en el alma del cesar
En la alegría de mil acordeones
Ya no hay casitas de bareque
Se llena el valle más de luces
No venden arepitas, queques
Merengues, chiricana y dulces
Pero el folclor perdura
Como el arahuaco en la serrania
Como el río cesar en lozania
Con sus aguas puras
Que bellas melodias
Que compone el hombre sin premura
Y todos sus amigos murmuran
Que hermosa y grande es la tierra mía
Ay morenita mía, te invito al festival de mi tierra
Y sientas las notas de un acordeón
Y entiendas que inmensa es el alma del que canta
De aquel trovador en serenata revela su amor
Los niños del pueblo no esperan brisas
Que eleven su fragil cometa al viento
Hoy solo espera aquel feliz momento
Que parrandear sus padres les permitan
Ya no hay casitas de bareque
Se llena el valle más de luces
No venden arepitas, queques, merengues
Chiricana y dulces
Amor de mis amores, tu que eres la errante golondrina
Deja de ser el alma peregrina y escucha mis canciones
Ven a la tierra mía, mi tierra gloriosa de acordeones
Region laboriosa y con mil dones, seguro que aquí te quedarias
Nació mi poesia
En la tierra mía
Nació mi poesia
En la tierra mía
Nació mi poesia
En la tierra mía
Nació mi poesia
Nasceu Minha Poesia (part. Abelardo de La Espriella)
Nasceu minha poesia
Como as madrugadas na minha cidade
Ardentes, puras e majestosas
Meus versos viajantes e livres como o vento
Como um meteoro do céu, na noite linda
Porque o folclore do meu Valledupar
Onde o amor nasce em mil corações
Se eternizou na alma do César
Na alegria de mil acordeões
Já não há casinhas de barro
O vale se enche mais de luzes
Não vendem arepitas, bolos
Merengues, chiricana e doces
Mas o folclore persiste
Como o arahuaco na serra
Como o rio César na lozania
Com suas águas puras
Que belas melodias
Que o homem compõe sem pressa
E todos os seus amigos murmuram
Que linda e grande é a minha terra
Ai moreninha minha, te convido pro festival da minha terra
E sinta as notas de um acordeão
E entenda que imensa é a alma de quem canta
Daquele trovador em serenata revela seu amor
As crianças do povo não esperam brisas
Que elevem seu frágil papagaio ao vento
Hoje só esperam aquele momento feliz
Que seus pais deixem eles parrandear
Já não há casinhas de barro
O vale se enche mais de luzes
Não vendem arepitas, bolos, merengues
Chiricana e doces
Amor dos meus amores, você que é a andorinha errante
Deixe de ser a alma peregrina e ouça minhas canções
Venha pra minha terra, minha terra gloriosa de acordeões
Região trabalhadora e com mil dons, com certeza aqui você ficaria
Nasceu minha poesia
Na minha terra
Nasceu minha poesia
Na minha terra
Nasceu minha poesia
Na minha terra
Nasceu minha poesia



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