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Rio Verde Varginha

Ivonil do Carmo

Nascente que deságua desce a serra expoente
Lava mata a minha sede, é vida
Riacho segue o ciclo regado noutro curso
Aponta o rumo certo, é hora de acordar

O tempo faz pensar num novo dia
Agora é nossa hora de mudar

Rio como eu gosto de você
Nessa geração das águas, eu acredito
E quem sabe um dia vou te ver
Rio Verde, mar das águas

É tempo de repensar o rio verde abraça o mar
Quem desmata mata mais e o rio chora

Um leito de histórias pra contar, deságua nos olhos do cantor
Rio Verde, esperança dessas águas, a vida brotou
Riacho que chora nossa sede, um grito corrente dadas as mãos
A fé desemboca nessas águas num leito de amor
Rio verde e nós
Somos um


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