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Sinais

J.Puma

Señales

(Ah, yo yo yo)
(Yo, ah, ah, ah, ah)

Solo precisa, yo no tengo prisa, avisa cuando acabes
Mátame si quieres, quiéreme si sabes
Encuentra mi sonrisa en la repisa de los bares
Siente la brisa y mi latido al ritmo de los graves

Por aquí todo como lo dejaste, ya ves
Sigo siendo un puto desastre ayer volví a perder las llaves
Porque tú sabes que este roto no lo cose ningún sastre
Y puede que ese lastre fuese una de las claves

Así que me la suda que me claven cien puñales
No creo en Dios ni en Buda pero en cielo hay señales
Borracho como una Cuba haciendo malabares
Sin dar ni una construyo teorias como Tales

Esto noe s poesía, es otra vía pa' que me la jales
Te la debía, aunque debía no estar en mis planes
Mastico las palabras como si fuesen cristales
Una guerra fría dentro mía, furia de titanes

Cuanta la presión, son miles de milibares
De precisión Juanito, en cada decisión que tomes
Es la intención cabrón, pero mis huellas digitales
En la botella de ron, son culpables de mis errores

Problemas a pares
Haris en parties
Males de amores
Hoy se ve gris la escala de colores
Mañana prometo París, pasado decepciones
Un genesi que se repite, me siguen los lunes

Ya se que es lo que nos separa, la mala nos une
Querernos nos separa asique de nada presume
Asume el cóctel de los buenos ratos de esta puta cara
Y róbale otra vida al gato antes de que se esfume

7-24, los dedos en uve
A ratos te recuerdo a cuatro y floto en una puta nube
A veces me entra un arrbato porque no hice lo que pude
Y otra busco un alegato pa' que me la sude

Yo nunca juro, pero puede que por ti lo jure
Si no me curo puede que al menos a ti te cure
Siempre fui un chulo, y me hice el duro mientras escupía cianuro
Pero esto es más puro que la droga que me sube

Mi voz es oro, que decoro con coro, no tune
Pero tampoco me condecoro, la jodo y se asume
Después de todo, saldré de este lodo impune
Volviendo a casa solo, solo le lloro al del Uber

Sinais

(Ah, eu eu eu)
(Eu, ah, ah, ah, ah)

Só preciso, não tenho pressa, me avisa quando acabar
Me mata se quiser, me ama se souber
Encontra meu sorriso na prateleira dos bares
Sente a brisa e meu coração batendo no ritmo dos graves

Por aqui tudo como deixaste, já viu
Continuo sendo um puta desastre, ontem perdi as chaves de novo
Porque você sabe que esse rasgado não é consertado por nenhum alfaiate
E pode ser que esse peso fosse uma das chaves

Então me importa pouco que me cravem cem punhais
Não acredito em Deus nem em Buda, mas no céu há sinais
Bêbado como uma Cuba fazendo malabarismos
Sem acertar uma, construo teorias como Tales

Isso não é poesia, é outra via pra você me puxar
Te devia, embora não devesse estar nos meus planos
Mastigo as palavras como se fossem cristais
Uma guerra fria dentro de mim, fúria de titãs

Conta a pressão, são milhares de milibares
Com precisão, Juanito, em cada decisão que tomar
É a intenção, seu cabrón, mas minhas digitais
Na garrafa de rum, são culpadas pelos meus erros

Problemas em pares
Haris em festas
Males de amores
Hoje a escala de cores tá cinza
Amanhã prometo Paris, depois decepções
Uma gênese que se repete, os segundas me seguem

Já sei o que nos separa, o ruim nos une
Nos amar nos separa, então não se ache nada
Assuma o coquetel dos bons momentos dessa cara de puta
E roube mais uma vida do gato antes que desapareça

7-24, dedos em V
Às vezes te lembro a quatro e flutuo em uma puta nuvem
Às vezes me dá um surto porque não fiz o que pude
E em outra busco um argumento pra me importar pouco

Eu nunca juro, mas pode ser que por você eu jure
Se não me curo, pode ser que pelo menos a você eu cure
Sempre fui um metido, e fiz o durão enquanto cuspia cianeto
Mas isso é mais puro que a droga que me leva

Minha voz é ouro, que decoro com coro, não tune
Mas também não me enfeito, estrago e se assume
Depois de tudo, sairei desse lodo impune
Voltando pra casa sozinho, só choro pro motorista do Uber

Composição: J.Puma