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Costumes de Um Gaúcho

Jackson Demenighi

Letra

    Domingo de manhã cedo um chimarrão bem cevado
    Debruçado na varanda olhando o andejo do gado
    Um sabiá lá na figueira parece dizer bom dia
    Cantando coplas bonitas em meio a calmaria

    A água quente na cambona na chapa sobre o fogão
    E um mate reponta a prosa passando de mão em mão
    Um cheiro de charque gordo fritando pro carreteiro
    Se espalha pelo campo com a fumaça do braseiro

    Um açude, um cavalo, uma sombra de figueira
    Reflete uma identidade estampada neste chão
    Causos na roda de mate, uma bóia bem campeira
    São costumes que um gaúcho preserva no seu galpão

    Um galopear de tardinha na picaça pata branca
    Acompanha o gateado, potrilho de linda estampa
    Uma volta no povoado, um trajeto de costume
    E o retorno em trote manso sob a luz dos vaga-lumes

    A passo de volta ao rancho assoviando uma toada
    Certo de encontrar sorrisos no rosto de sua amada
    Na chegada os seus filhos com abraços de saudade
    Tudo isso pra um gaúcho são tesouros de verdade

    São costumes que um gaúcho preserva no seu galpão
    Domingo de manhã cedo, um sabiá lá na figueira


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