Echoes Fade
Shadows long, they stretch and creep
Across the memories I keep
Your face, a ghost, a whisper faint
Etched in lines, a silent plaint
I trace the edges of the past
A fragile hold, not meant to last
The weight of what we left behind
A heavy burden on my mind
But something shifts, a subtle breeze
Rustling through the ancient trees
Of sorrow rooted, deep and wide
A current turning, deep inside
I'm letting go, the echoes fade
The silent promises we made
No longer bind, no longer sting
Just empty spaces, nothing to bring
This hollow ache, it starts to cease
Finding solace, finding peace
In the quiet where you used to be
Finally, finally free
The whispers turn to silent air
No longer haunted by despair
Each passing moment, soft and slow
Watching the last embers glow
The phantom touch, the faded light
Recedes into the endless night
A different strength begins to bloom
Dispelling shadows from the room
And though the scars may still remain
They tell a story, ease the pain
Of lessons learned, of battles fought
A new beginning, bravely sought
I'm letting go, the echoes fade
The silent promises we made
No longer bind, no longer sting
Just empty spaces, nothing to bring
This hollow ache, it starts to cease
Finding solace, finding peace
In the quiet where you used to be
Finally, finally free
Through the mist, a clearer view
Of who I am, and what is true
The shattered pieces, rearrange
Embracing quiet, welcoming change
No more holding on to sorrow's thread
Only the future, lies ahead
I'm letting go, the echoes fade
The silent promises we made
No longer bind, no longer sting
Just empty spaces, nothing to bring
This hollow ache, it starts to cease
Finding solace, finding peace
In the quiet where you used to be
Finally, finally free
Finally free, the echoes gone
Embracing dawn, moving on
The silence speaks, a gentle plea
Finally, finally free
Ecos que Desvanecem
Sombras longas, se estendem e rastejam
Sobre as memórias que eu guardo
Seu rosto, um fantasma, um sussurro fraco
Gravado em linhas, um lamento mudo
Eu contorno as bordas do passado
Um apego frágil, não era pra durar
O peso do que deixamos pra trás
Um fardo pesado na minha mente
Mas algo muda, uma brisa sutil
Sussurrando entre as árvores antigas
De tristeza enraizada, profunda e ampla
Uma corrente girando, lá dentro
Estou deixando ir, os ecos se vão
As promessas silenciosas que fizemos
Não nos prendem mais, não doem mais
Apenas espaços vazios, nada a trazer
Essa dor oca, começa a cessar
Encontrando consolo, encontrando paz
No silêncio onde você costumava estar
Finalmente, finalmente livre
Os sussurros se tornam ar silencioso
Não mais assombrado pelo desespero
Cada momento que passa, suave e lento
Observando as últimas brasas brilhar
O toque fantasma, a luz desbotada
Recede na noite sem fim
Uma força diferente começa a florescer
Dissipando sombras do quarto
E embora as cicatrizes possam ainda ficar
Elas contam uma história, aliviam a dor
De lições aprendidas, de batalhas lutadas
Um novo começo, buscado corajosamente
Estou deixando ir, os ecos se vão
As promessas silenciosas que fizemos
Não nos prendem mais, não doem mais
Apenas espaços vazios, nada a trazer
Essa dor oca, começa a cessar
Encontrando consolo, encontrando paz
No silêncio onde você costumava estar
Finalmente, finalmente livre
Através da névoa, uma visão mais clara
De quem eu sou, e o que é verdadeiro
Os pedaços quebrados, se rearranjam
Abraçando o silêncio, acolhendo a mudança
Não mais segurando o fio da tristeza
Apenas o futuro, à frente
Estou deixando ir, os ecos se vão
As promessas silenciosas que fizemos
Não nos prendem mais, não doem mais
Apenas espaços vazios, nada a trazer
Essa dor oca, começa a cessar
Encontrando consolo, encontrando paz
No silêncio onde você costumava estar
Finalmente, finalmente livre
Finalmente livre, os ecos se foram
Abraçando a aurora, seguindo em frente
O silêncio fala, um apelo suave
Finalmente, finalmente livre