Psycho Next Door
Tribal was a tongue known to us well
Given by a doctor, a prescription from Hell
Little did he know of the growth in my brain
Scratching from the inside, driving me, driving me insane
Said the nymph on the wall, he has a red eye
The trouble is a-brewing, said the mosh is on the way
Down on the bayou over toward the lily
Sits a homosexual frog looking rather silly
Doctor, doctor, where you gonna go
Doctor, doctor, who you gonna blow
Bend over please
Doctor, doctor, who you gonna know
Doctor, doctor, who you gonna blow
Bend over please
Strap her to the chair, let's make an affair
Pull the hammer of the hour to frazzle her hair
She whimpers like a puppy, and her eyes out they pop
Imagine my surprise when she asked me to stop
Don't we all know bout midnight, nasty Alice tries to score
Take her to your dreams, knock her up in the floor
Blaming is like lying, not enough going down
Got her from the backside, bitch gives birth to a clown
So this is my story, a story of living hell
Tell it from my brain, deep inside my hell
Warden blue, he beats me when his wife doesn't give
But the masochistic mother, the one who lets me live
Psycho do Lado
Tribal era uma língua que conhecíamos bem
Dada por um médico, uma receita do Inferno
Mal sabia ele do crescimento na minha cabeça
Arranhando por dentro, me levando, me deixando louco
Disse a ninfa na parede, ele tem um olho vermelho
O problema tá se formando, disse que a mosh tá a caminho
Lá no bayou, perto do lírio
Tem um sapo homossexual parecendo bem ridículo
Doutor, doutor, pra onde você vai?
Doutor, doutor, quem você vai comer?
Se inclina, por favor
Doutor, doutor, quem você vai conhecer?
Doutor, doutor, quem você vai comer?
Se inclina, por favor
Amarre ela na cadeira, vamos fazer uma safadeza
Puxe o martelo da hora pra bagunçar o cabelo dela
Ela geme como um filhote, e os olhos dela saltam
Imagine minha surpresa quando ela me pediu pra parar
Não sabemos todos sobre a meia-noite, a Alice safada tenta marcar
Leve-a pros seus sonhos, derrube-a no chão
Culpar é como mentir, não tá rolando o suficiente
Peguei ela por trás, a vadia dá à luz a um palhaço
Então essa é minha história, uma história de inferno vivo
Contada da minha cabeça, bem dentro do meu inferno
O carcereiro de azul, ele me bate quando a esposa não dá
Mas a mãe masoquista, aquela que me deixa viver
Composição: Daniel J. Conca / Jag Panzer