El Sorne
Cosas de la vida, simplemente
Todo lo que yo he pasado
(Al vergazo loco)
Metido allá en la selva
Siete meses no cualquiera ha soportado
Ya lo sé, ya lo sé
Ey, wey, ya me vi otro destino
Si he entrado en la selva
Listo pa' morir
Con el casquito verde y un fusil
Gali el 5. 56 te desactiva el chip
Ya no tengo temor para ningún culero
No me cuida el diablo, me cuida mi fierro
Porque en la maleza se conoce el miedo
Ya lo superé, se me olvidó hace tiempo
Sigo siendo pobre, pero de confianza
La amistad se olvida y el amor se marcha
La traición se arrima, pero no me alcanza
Y si me alcanza, le meto una rafa
Gatillero soy, pero de adiestramiento
No que muy malandro, chamaco pendejo
De Colombia voy y de Colombia vengo
Pixeleado el traje se sivilo
El resto
No merezco el cielo, tal vez el infierno
Pongan la V2 pa' que se ponga bueno
Soy un caballero, educación sí tengo
Disciplina, siempre en este pinche pedo
Les falta mucho para que me vaya
En la selva yo les doy batalla
Ven conmigo, vato, nunca hay falla
Soldado, siempre nomás lo que marca
Me considero un hombre, siempre muy sencillo
Gusto por las armas, cargo mi cuchillo
Belicoso, siempre desde bien morrillo
Yo no olvido nunca dónde yo he salido
Cato la orden, no tengo problema
Un subordinado pa' cualquier cualquiera
En mi pinche cuerpo, las marcas de guerra
Por el pinche lodo, por la pinche tierra
No cargo joya ni cargo reloj
En el pecho cargo identificación
Casi nunca duermo, aquí está bien cabrón
Camuflado, siempre en silencio voy
Aquí todo tranquilo, aquí no pasa nada
Me prendo un cigarro pa' espantar las almas
Ya no me da miedo, sé bien lo que pasa
Namas toy pensando en llegar a mi casa
Salgo siempre con las del comando
También toy loco, pero no enguilado
Que valga verga lo que ando escuchando
A todo aquel que me está criticando
Me relajo siempre con las del comando
También toy loco, pero no enguilado
Que valga verga lo que ando escuchando
A todo aquel que me está criticando
Cosas de la vida, simplemente
Lo que yo he pasado
(Al vergaso loco)
Metido allá en la selva
Siete meses no cualquiera ha soportado
(Ya lo sé, ya lo sé)
Mi trabajo no es caerle bien a nadie
Me conocen como El Sorne
Uno que anda en la milicia, muchos huevos
Pa'l que venga y que me estorbe
Hay quedo raza pal Sorne
Jan Glack
O Sorne
Coisas da vida, simplesmente
Tudo que eu passei
(Com a porrada louca)
Enfiado lá na selva
Sete meses não é pra qualquer um aguentar
Já sei, já sei
Ei, mano, já me vi em outro destino
Se entrei na selva
Pronto pra morrer
Com o capacete verde e um fuzil
Gali o 5.56 desativa o chip
Não tenho mais medo de nenhum vagabundo
Não é o diabo que me protege, é minha arma
Porque na mata se conhece o medo
Já superei, esqueci faz tempo
Continuo sendo pobre, mas de confiança
A amizade se esquece e o amor se vai
A traição se aproxima, mas não me alcança
E se me alcançar, eu meto uma rajada
Sou atirador, mas de treinamento
Não sou muito bandido, moleque idiota
De Colômbia vou e de Colômbia venho
Traje pixelado se disfarça
O resto
Não mereço o céu, talvez o inferno
Coloquem a V2 pra ficar bom
Sou um cavalheiro, educação eu tenho
Disciplina, sempre nesse bagulho
Falta muito pra eu ir embora
Na selva eu dou batalha
Vem comigo, cara, nunca tem erro
Soldado, sempre só o que manda
Me considero um homem, sempre muito simples
Gosto de armas, carrego meu facão
Belicoso, sempre desde bem novinho
Nunca esqueço de onde eu saí
Cato a ordem, não tenho problema
Um subordinado pra qualquer um
No meu corpo, as marcas de guerra
Pelo barro, pela terra
Não carrego joia nem relógio
No peito carrego identificação
Quase nunca durmo, aqui tá bem pesado
Camuflado, sempre em silêncio vou
Aqui tudo tranquilo, aqui não acontece nada
Acendo um cigarro pra espantar as almas
Já não tenho medo, sei bem o que rola
Só tô pensando em chegar em casa
Saio sempre com os do comando
Também tô louco, mas não sou otário
Que se dane o que ando ouvindo
Pra todo aquele que tá me criticando
Eu relaxo sempre com os do comando
Também tô louco, mas não sou otário
Que se dane o que ando ouvindo
Pra todo aquele que tá me criticando
Coisas da vida, simplesmente
O que eu passei
(Com a porrada louca)
Enfiado lá na selva
Sete meses não é pra qualquer um aguentar
(Já sei, já sei)
Meu trabalho não é agradar ninguém
Me conhecem como O Sorne
Um que anda na milícia, muitos ovos
Pra quem vier e me atrapalhar
É isso aí, galera, pro Sorne
Jan Glack