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El Refugio de Mi Niñez

Jari Terres

Letra

Meu abrigo infantil

El Refugio de Mi Niñez

Um pequeno ponto de pedra ainda demarca o caminhoUn puntecito de piedra aun demarca el camino
Isso corta o velho riacho, abrigo da minha infânciaQue corta el viejo arroyito, refugio de mi niñez
De onde deixei toda a paz do meu ninhoAllí donde yo dejé toda la paz de mi nido
Doce hora que o destino só nos dá uma vezDulce tiempo que el destino solo nos brinda una vez
Doce hora que o destino só nos dá uma vezDulce tiempo que el destino solo nos brinda una vez

Uma fita adormecida, envolvida em videirasUna tapera dormida, envuelta en enredaderas
Olhe para uma estrada com sua eterna solidãoMira una carretera con su eterna soledad
Apenas o vento que passa, ele pergunta por queTan solo el viento al pasar, es que pregunta porque
Aquele que, um dia, partiu, nunca mais poderia voltarAquel que, un día, se fue, no pudo volver jamás

Aqui está meu coração ingênuoAllí quedo mi corazón de ingenuidad
Hora do Sol, meus olhos cheios de clarezaTiempo de Sol, mis ojos llenos de claridad
O rancho, aquele que caiu, eu carrego em mimEl rancho, aquel que se cayo, yo llevo en mi
E, neste, interpretando o garoto que, um dia, eu estavaY, en esta, jugando el niño que, un día, fui

Aqui está meu coração ingênuoAllí quedo mi corazón de ingenuidad
Hora do Sol, meus olhos cheios de clarezaTiempo de Sol, mis ojos llenos de claridad
O rancho, aquele que caiu, eu carrego em mimEl rancho, aquel que se cayo, yo llevo en mi
E, neste, interpretando o garoto que, um dia, eu estavaY, en esta, jugando el niño que, un día, fui

Um raguelo esquecido, dama de cantar um baldeUn raguelo olvidado, peñora en cantar-te un balde
Manhãs e noites que acordam suas águasMañanas, noches y tardes que despertaram sua aguas
Mas, tão sozinhos, eles se acalmam, talvez, uma chuva insistaPero, en tan solos, se acalman se, acaso, una lluvia insiste
E, às vezes, jogando tristemente mostrando suas lágrimas no campoY, en veces, jujando triste mostrando al campo sus lágrimas

Uma fita adormecida, envolvida em videirasUna tapera dormida, envuelta en enredaderas
Olhe para uma estrada com sua eterna solidãoMira una carretera con su eterna soledad
Apenas o vento que passa, ele pergunta por queTan solo el viento al pasar, es que pregunta porque
Aquele que, um dia, partiu, nunca mais poderia voltarAquel que, un día, se fue, no pudo volver jamás

Aqui está meu coração ingênuoAllí quedo mi corazón de ingenuidad
Hora do Sol, meus olhos cheios de clarezaTiempo de Sol, mis ojos llenos de claridad
O rancho, aquele que caiu, eu carrego em mimEl rancho, aquel que se cayo, yo llevo en mi
E, neste, interpretando o garoto que, um dia, eu estavaY, en esta, jugando el niño que, un día, fui

Aqui está meu coração ingênuoAllí quedo mi corazón de ingenuidad
Hora do Sol, meus olhos cheios de clarezaTiempo de Sol, mis ojos llenos de claridad
O rancho, aquele que caiu, eu carrego em mimEl rancho, aquel que se cayo, yo llevo en mi
E, neste, interpretando o garoto que, um dia, eu estavaY, en esta, jugando el niño que, un día, fui
E, neste, interpretando o garoto que, um dia, eu estavaY, en esta, jugando el niño que, un día, fui

Composição: Jari Terres / Martim César Gonçalves. Essa informação está errada? Nos avise.

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