Quince de Septiembre
Como un huracán,destroza todo y después se va,
como una tempestad en pleno carnaval.
Como una función que cambia de repente de guión y nadie aviso,
al único actor.
Y donde irán los besos que robamos a la oscuridad,
los sueños que pedí a la estrella fugaz,
las noches en la luna de San Sebastián.
Y llevare el quince de septiembre grabado en mi piel,
el dia en el que el cielo se cayo a mis pies,
el dia en que te fuiste sin decir por qué,por qué.
Como un buen champán que guardas para un dia especial,
y cuando va a llegar estalla su cristal.
Y nose como decirte que aunque me hicistes de dolor,
ya no se como sentirme sin el susurro de tu voz.
Y donde irán los besos que robamos a la oscuridad,
los sueños que pedí a la estrella fugaz,
las noches en la luna de San Sebastián.
Y llevare el quince de septiembre grabado en mi piel,
el dia en el que el cielo se cayo a mis pies,
el dia en que te fuiste sin decir por qué,por qué.
Y donde irán los besos que robamos a la oscuridad,
los sueños que pedí a la estrella fugaz,
las noches en la luna de San Sebastián.
Y llevare el quince de septiembre grabado en mi piel,
el dia en el que el cielo se cayo a mis pies,
el dia en que te fuiste sin decir por qué,por qué.
Quinze de Setembro
Como um furacão, destrói tudo e depois vai embora,
como uma tempestade no meio do carnaval.
Como uma peça que muda de repente o roteiro e ninguém avisa,
o único ator.
E pra onde vão os beijos que roubamos da escuridão,
os sonhos que pedi à estrela cadente,
as noites na lua de São Sebastião.
E levarei o quinze de setembro gravado na minha pele,
o dia em que o céu caiu aos meus pés,
o dia em que você foi embora sem dizer por quê, por quê.
Como um bom champanhe que você guarda pra um dia especial,
e quando chega, estoura seu cristal.
E não sei como te dizer que mesmo que você me fez sofrer,
já não sei como me sentir sem o sussurro da sua voz.
E pra onde vão os beijos que roubamos da escuridão,
os sonhos que pedi à estrela cadente,
as noites na lua de São Sebastião.
E levarei o quinze de setembro gravado na minha pele,
o dia em que o céu caiu aos meus pés,
o dia em que você foi embora sem dizer por quê, por quê.
E pra onde vão os beijos que roubamos da escuridão,
os sonhos que pedi à estrela cadente,
as noites na lua de São Sebastião.
E levarei o quinze de setembro gravado na minha pele,
o dia em que o céu caiu aos meus pés,
o dia em que você foi embora sem dizer por quê, por quê.