Armas de Silencio
En tus brazos caí atrapada sin salir
De aquellas nuevas maneras de ti
Como saber si tu abrazo es real
Como saber de ti, si me hablas de mi
Con ojos inundados, mentiras que florecen en ti
Callas las palabras silenciosas
En la espera de saber de mi
Que razón tienes, si aun no sabes de mi
Los días llegan los días se van
En la espera, aun no se nada de ti
Sintiendo en mi pecho como se abre a ti
Sintiendo tu ego en mi
Rosas y claveles que me llevan a ti
Esa es la causa que florecen en mi
Entre tinieblas trato de acercarme a ti
En cada paso que doy, es una pausa de ti
Surge la pregunta, que esperas de mi
¿Eres tú, o es la voz que habla de ti?
En segundos eternos de respuestas caídas
Entiendo tu silencio, de tus lágrimas salinas
Que más que palabras son la voz del querer
Tienes tu silencio, tienes tu verdad
Que más que palabras son tus gestos de maldad
¿Tendrás en tus manos la paz?
O simplemente es tu verdad
Tú hablas de amor con labios cerrados
Del temor que te invade, ya no te puedo creer
Que entre los pétalos rotos y los sueños callados
Hay un alma en tu pecho que desea saber del querer
De los caminos andados que me llevaron a ti
Ciegos quedaron de tus promesas en mi
Te hundes en arenas desconocidas
Ahogándote en tus respuestas de mentiras
De tus silencios sin decir
Son tus armas llenas de espinas
De tus gestos que me llevan a ti
Y en cada paso nace una herida
De cuantas almas recogidas
Y aunque envuelves las palabras de bondad
Siento las voces de tu verdad
Que aquellas almas que me siguen
Son el testigo de tu realidad
¿Será este abrazo sincero?
¿O tan solo un nudo en el viento pasajero?
Tus manos dibujan figuras de amor
Pero al tocarme, solo siento temor
Quizás soy la sombra que buscas moldear
O tal vez tu reflejo de lo que quieres hallar
Más entre las ruinas de tus intenciones
Mi corazón seguirá buscando razones
Armas de Silêncio
Nos seus braços caí, presa sem sair
Dessas novas maneiras de você
Como saber se seu abraço é real
Como saber de você, se fala de mim
Com olhos inundados, mentiras que florescem em você
Você cala as palavras silenciosas
Na espera de saber de mim
Que razão você tem, se ainda não sabe de mim
Os dias chegam, os dias vão
Na espera, ainda não sei nada de você
Sentindo em meu peito como se abre pra você
Sentindo seu ego em mim
Rosas e cravos que me levam a você
Essa é a causa que floresce em mim
Entre trevas, tento me aproximar de você
A cada passo que dou, é uma pausa de você
Surge a pergunta, o que você espera de mim?
É você, ou é a voz que fala de você?
Em segundos eternos de respostas caídas
Entendo seu silêncio, de suas lágrimas salinas
Que mais que palavras são a voz do querer
Você tem seu silêncio, você tem sua verdade
Que mais que palavras são seus gestos de maldade
Você terá em suas mãos a paz?
Ou simplesmente é sua verdade?
Você fala de amor com lábios fechados
Do medo que te invade, já não posso acreditar
Que entre os pétalas quebradas e os sonhos calados
Há uma alma em seu peito que deseja saber do querer
Dos caminhos andados que me levaram a você
Cegos ficaram suas promessas em mim
Você se afunda em areias desconhecidas
Afogando-se em suas respostas de mentiras
De seus silêncios sem dizer
São suas armas cheias de espinhos
De seus gestos que me levam a você
E a cada passo nasce uma ferida
De quantas almas recolhidas
E embora envolva as palavras de bondade
Sinto as vozes de sua verdade
Que aquelas almas que me seguem
São o testemunho de sua realidade
Será este abraço sincero?
Ou apenas um nó no vento passageiro?
Suas mãos desenham figuras de amor
Mas ao me tocar, só sinto medo
Talvez eu seja a sombra que você busca moldar
Ou talvez seu reflexo do que você quer encontrar
Mas entre as ruínas de suas intenções
Meu coração continuará buscando razões
Composição: Javier López Olmos