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Sombras do Ontem (DDF)

Javier & Amis

Sombras del Ayer (DDF)

Recuerdos que el tiempo borró
Sombras que nadie escuchó
Voces perdidas, secretos al viento
Historias que el silencio enterró

Y en las sombras del ayer
Se esconden lágrimas que no vi caer
El eco de lo que fue
Es el peso que hoy no puedo sostener
Las memorias duelen más
Cuando sabes que no volverán
En las sombras del ayer
Nos perdimos sin saber por qué

Recuerdos que el tiempo borró
Sombras que nadie escuchó
Voces perdidas, secretos al viento
Historias que el silencio enterró

Miro al pasado, encuentro dolor
Sueños quebrados en cada rincón
Las palabras no dichas, los ojos cerrados
Esperan en la oscuridad su canción

Miro al pasado, encuentro dolor
Sueños quebrados en cada rincón
Las palabras no dichas, los ojos cerrados
Esperan en la oscuridad su canción

Y en las sombras del ayer
Se esconden lágrimas que no vi caer
El eco de lo que fue
Es el peso que hoy no puedo sostener
Las memorias duelen más
Cuando sabes que no volverán
En las sombras del ayer
Nos perdimos sin saber por qué

Pasos que nunca se oyeron
Caminos que nadie siguió
Amores guardados, promesas que el miedo
Dejó olvidadas en un cajón

El cielo tan gris, la Luna se fue
Y todo lo que queda es el porqué
Las historias truncadas
Los sueños callados
Son los que me hacen caer otra vez

Quizá en otra vida, otro amanecer
Donde las palabras puedan renacer
Pero hoy en mis manos, solo queda el silencio
De lo que no fue y nunca será

Y en las sombras del ayer
Se esconden lágrimas que no vi caer
El eco de lo que fue
Es el peso que hoy no puedo sostener
Las memorias duelen más
Cuando sabes que no volverán
En las sombras del ayer
Nos perdimos sin saber por qué

Las memorias duelen más
Cuando sabes que no volverán
En las sombras del ayer
Nos perdimos sin saber por qué
Nos perdimos sin saber por qué

Sombras do Ontem (DDF)

Lembranças que o tempo apagou
Sombras que ninguém escutou
Vozes perdidas, segredos ao vento
Histórias que o silêncio enterrou

E nas sombras do ontem
Se escondem lágrimas que não vi cair
O eco do que foi
É o peso que hoje não consigo suportar
As memórias doem mais
Quando você sabe que não voltarão
Nas sombras do ontem
Nos perdemos sem saber por quê

Lembranças que o tempo apagou
Sombras que ninguém escutou
Vozes perdidas, segredos ao vento
Histórias que o silêncio enterrou

Olho para o passado, encontro dor
Sonhos quebrados em cada cantinho
As palavras não ditas, os olhos fechados
Esperam na escuridão sua canção

Olho para o passado, encontro dor
Sonhos quebrados em cada cantinho
As palavras não ditas, os olhos fechados
Esperam na escuridão sua canção

E nas sombras do ontem
Se escondem lágrimas que não vi cair
O eco do que foi
É o peso que hoje não consigo suportar
As memórias doem mais
Quando você sabe que não voltarão
Nas sombras do ontem
Nos perdemos sem saber por quê

Passos que nunca se ouviram
Caminhos que ninguém seguiu
Amores guardados, promessas que o medo
Deixou esquecidas em uma gaveta

O céu tão cinza, a Lua se foi
E tudo que resta é o porquê
As histórias truncadas
Os sonhos calados
São os que me fazem cair de novo

Talvez em outra vida, outro amanhecer
Onde as palavras possam renascer
Mas hoje em minhas mãos, só resta o silêncio
Do que não foi e nunca será

E nas sombras do ontem
Se escondem lágrimas que não vi cair
O eco do que foi
É o peso que hoje não consigo suportar
As memórias doem mais
Quando você sabe que não voltarão
Nas sombras do ontem
Nos perdemos sem saber por quê

As memórias doem mais
Quando você sabe que não voltarão
Nas sombras do ontem
Nos perdemos sem saber por quê
Nos perdemos sem saber por quê

Composição: Javier López Olmos