Tradução gerada automaticamente

Versos Bajo Las Sábanas
Javier & Amis
Versos Sob as Cobertas
Versos Bajo Las Sábanas
Na praça do desejo eu vendia meus pecadosEn la plaza del deseo yo vendía mis pecados
Com olhar de trapaceiro e os lábios bem molhadosCon mirada de embustero y los labios bien mojados
Minhas palavras eram fogoMis palabras eran llama
Com meus cantos, que entravam pelas janelasCon mis cantos, que se colaban por las ventanas
Uma moça de olhos clarosUna moza de ojos claros
Me pediu uma confissão sem batina e sem perdãoMe pidió una confesión sin sotana y sin perdón
Ela disse ser donzelaElla dijo ser doncella
Que vivia entre canções e bolerosQue habitaba entre coplas y boleros
Que gemia em cada verso que cantavaQue jadeaba en cada verso que cantaba
Só um verso, me pedia: Só um e nada maisSolo un verso, me pedía: Solo uno y nada más
E no segundo já gemia: Me faz um quarteto fugaz!Y al segundo ya gemía: ¡Hazme un cuarteto fugaz!
Versos sob as cobertasVersos bajo las sábanas
Cada estrofe, um carinho, cada rima, uma quedaCada estrofa, una caricia, cada rima, una caída
Com minha tinta entre suas pernas, e seu riso na minha razãoCon mi tinta entre sus piernas, y su risa en mi razón
Criamos poemas, sem censura, nem perdãoCreamos poemas, sin censura, ni perdón
Entre beijos e metáforas se desfaz a razãoEntre besos y metáforas se deshace la razón
Na cama do poetaEn la cama del poeta
Só manda o poema sem perdãoSolo manda el poema sin perdón
Com a Lua no cio, que nos olhava com ardorCon la Luna en celo, que nos miraba con ardor
Com seu rosto ruborizado pelo canto do amorCon su cara sonrojada por el canto del amor
Eu recitava em seu umbigoYo recitaba en su ombligo
E ela abria suas estrofes, como um poema imortalY ella abría sus estrofas, como un poema inmortal
Me faz prosa, ela sussurra: Me faz rima até suarHazme prosa, me susurra: Hazme rima hasta sudar
Me faz verso na cintura, que não possa esquecerHazme verso en la cintura, que no pueda olvidar
E entre risadas e gemidos, um sussurro, floresceuY entre risas y gemidos, un susurro, floreció
Oh poeta, que me fizeste canção!¡Oh poeta, que me hiciste canción!
Não há biblioteca que guardeNo hay biblioteca que guarde
Os segredos desta noiteLos secretos de esta noche
Nem estante que aguenteNi estantería que aguante
Cada grito que foi um poemaCada grito que fue un poema
Cada gemido, uma verdadeCada jadeo, una verdad
E no final da nossa loucuraY al final de nuestra locura
Ninguém quis descansarNadie quiso descansar
E se amanhã perguntares que poema te canteiY si mañana preguntas qué poema te canté
Olhe-se no espelho, e escute-o mais uma vezMírate al espejo, y escúchalo otra vez



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