Bullet Park
We were in the last museum,
No warmer than the world outside.
And we saw in the last display-
A picture of the last ride of humankind.
Outside is cold, cold grey.
We put away the day,
And tightened up the sky-
So nothing gets through.
Insipid faces stare at the jawbox,
And dreary mouths quote stock exchange.
And tired fingers pass tired bills;
Then one day all is gone,
And weary legs walk blackened hills.
We walked into bullet park,
No colder than the world inside.
We touched holes in dead trees,
Where shots had passed through warm flesh,
Then cold breeze.
Parque das Balas
Estávamos no último museu,
Não mais quente que o mundo lá fora.
E vimos na última vitrine-
Uma imagem da última viagem da humanidade.
Lá fora está frio, cinza e gelado.
Guardamos o dia,
E apertamos o céu-
Pra nada passar.
Rostos insípidos encaram a caixa de mandíbula,
E bocas desanimadas citam a bolsa de valores.
E dedos cansados passam notas cansadas;
Então um dia tudo se vai,
E pernas cansadas caminham por colinas queimadas.
Entramos no parque das balas,
Não mais frio que o mundo de dentro.
Tocamos buracos em árvores mortas,
Onde tiros passaram por carne quente,
Depois, a brisa fria.